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Miguel Rio Branco. Nada Levarei Quando Morrer

Título: Miguel Rio Branco. Nada Levarei Quando Morrer

Autor: Adriano Pedrosa

Sinopse: Trata-se da segunda exposição do artista no museu, quase 40 anos após sua primeira individual, Negativo Sujo, em 1978. Agora com uma seleção de 61 fotografias da famosa série Maciel, realizada no bairro homônimo, na região do Pelourinho, em Salvador, que o artista frequentou durante seis meses, em 1979.O título da mostra origina-se da sentença “Nada levarei quando morrer, aqueles que mim deve cobrarei no inferno”, que ocupa o centro da composição de uma das obras. A fotografia, que abre a mostra, dá o tom da seleção dos demais trabalhos expostos na sala. Cenas de ambientes públicos e privados, como prostíbulos, bares, calçadas e quartos, de personagens que vivem e convivem em uma área estigmatizada e marginalizada pela prostituição, pobreza e criminalidade.

Contexto da obra

Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “Miguel Rio Branco. Nada Levarei Quando Morrer”, de Adriano Pedrosa, publicado pela editora MASP, em 2017 e com 201 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.

Editora: MASP

Páginas: 201

Ano: 2017

Edição:

Linguagem: PORTUGUES

ISBN: 8531000289

ISBN13: 9788531000287

  • Encadernação: CAPA DURA
  • Peso (kg): 0,806
  • Altura (cm): 25,50
  • Largura (cm): 18,50
  • Espessura (cm): 2,00

Sobre o autor

A leitura dos livros de Adriano Pedrosa conduz a um mergulho cuidadoso em narrativas visuais e culturais que exploram temas complexos como ancestralidade, identidade e história social. O ritmo das obras é marcado pela densidade documental e pela riqueza de imagens, que se alternam entre o rigor curatorial e a sensibilidade para as múltiplas vozes que compõem os temas abordados. Há uma tensão constante entre o olhar histórico e o contemporâneo, que convida o leitor a refletir sobre as camadas invisíveis das narrativas oficiais. A experiência é tanto intelectual quanto visual, exigindo atenção para detalhes iconográficos e para os textos que contextualizam as obras. Os livros de Adriano Pedrosa revelam uma escrita que é ao mesmo tempo precisa e aberta, permitindo que o leitor construa suas próprias conexões a partir das informações apresentadas.

Ver mais sobre o autor

Sobre a editora

Os livros da editora MASP costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor documental com um olhar atento às artes visuais e suas conexões culturais e históricas. Muitas obras acompanham exposições realizadas no Museu de Arte de São Paulo, trazendo reproduções detalhadas de obras, textos curatoriais e ensaios que contextualizam artistas e movimentos. O catálogo privilegia narrativas que exploram tanto trajetórias individuais, como as de artistas brasileiros e indígenas, quanto temáticas amplas, como ativismo, história social e práticas artísticas contemporâneas. O tom varia entre o analítico e o poético, com atenção a questões de identidade, memória e representatividade, frequentemente em diálogo com o presente.

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