
Título: Modernidade Periférica - Coleção Prosa do Observatório
Autor: BEATRIZ SARLO
Sinopse: A modernizacao de Buenos Aires nas decadas de 1920 e 1930 e suas influencias sobre a producao artistica naqueles anos de velocidade sem precedentes na historia sao o foco de Modernidade periferica, da argentina Beatriz Sarlo. Sexto titulo da colecao Prosa do Observatorio, coordenada pelo critico Davi Arrigucci Jr., traz prologo de Sergio Miceli, posfacio de Julio Pimentel Pinto, tambem responsavel pela traducao, texto de quarta capa de Roberto Schwarz e indice remissivo. O ensaio aborda tematicas como a mescla entre rural e urbano, a perspectiva feminina, o erotismo, transgressao e revolucao como impulsionadores da criacao, identificando os meios de divulgacao dos textos e a formacao de grupos de escritores como Guiraldes, Arlt, Borges, Gonzalez Tunon, Victoria Ocampo, Girondo, Martinez Estrada. Publicado originalmente em 1988 e inedito no Brasil, o livro interpreta de maneira nova as relacoes dos escritores com a metropole moderna na periferia e o que esta as margens desse embate num dialogo teorico com Carl E. Schorske, Marshall Berman e Walter Benjamin.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Modernidade Periférica – Coleção Prosa do Observatório”, de BEATRIZ SARLO, publicado pela editora COSAC NAIFY, em 2010 e com 480 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: COSAC NAIFY
Páginas: 480
Ano: 2010
Edição: Literatura Estrangeira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8575039253
ISBN13: 9788575039250
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,450
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 2,70
Sobre a editora
Os livros da editora Cosac Naify costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor documental e narrativa cuidadosa, frequentemente explorando a história da arte, literatura e cultura com profundidade. O catálogo revela uma predileção por textos que dialogam com o passado, seja por meio de biografias detalhadas, ensaios críticos ou clássicos literários revisitados. A linguagem tende a ser clara e precisa, com ritmo que pode variar do ensaístico ao narrativo, mantendo sempre um tom reflexivo e, por vezes, poético. Há uma atenção especial à fidelidade das traduções e à qualidade das ilustrações, que enriquecem a leitura e ajudam a construir atmosferas específicas. A diversidade do catálogo permite tanto uma imersão em temas acadêmicos quanto em histórias literárias que abordam conflitos sociais e humanos em diferentes épocas.
