
Título: Moll Flanders (Penguin Popular Classics)
Autor: Daniel Defoe
Sinopse: COMPLETE AND UNABRIDGED In his history of a woman born and bred in the murky stews of seventeenth-century London, Defoe created an immortal heroine and one of the sharpest portraits ever of how a society worked - from a woman's point of view. Abanadoned at six months old, Moll has no option but to use her considerable wit and looks to make her way in a world where no mercy is given to the unadaptable. As a woman her options are limited and Moll embarks on a rollicking career of incest, bigamy and crime. Five times married, a whore and a thief, her business is survival - and survive she does, both a prisoner and manipulator of her circumstances, whose timely spiritual regeneration in prison is, she tells us, "the best part of the story". Readers must decide for themselves. Tough, resourceful, indisputably feminine, Moll's voice speaks to us across the centuries with shocking familiarity.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Moll Flanders (Penguin Popular Classics)”, de Daniel Defoe, publicado pela editora Penguin Books, em 1994 e com 376 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 376
Ano: 1994
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9780140624267
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
