
Título: Morgana e Charles: Livro 1 - 2ª edição
Autor: Giselle Trindade
Sinopse: "A vida não passa de uma oportunidade de encontro de almas e alguns deles acontecem mais de uma vez...." Victor Hugo. Comandante do exército, braço direito do rei... Honras que qualquer homem nobre desejaria, mas para Charles eram um fardo terrível e doloroso. Morgana, a bela e gentil filha do rei da Cornualha, há muito fora tomada por um intenso desejo de vingança e pelo ódio. Duas almas, atormentadas pela dor e pela culpa, ligadas por um elo que transcende gerações, unidas pelas forças de um sentimento fugaz e implacável, do qual não se pode fugir. Mal sabem eles que nasceram para permanecer juntos e que a vida de um estava intrinsecamente ligada à existência do outro. Duas almas, duas vidas... um único destino! Porém, muitas vezes, o passado não pode ser apagado... Uma linda História, envolvente e emocionante, ambientada na era do rei Arthur!
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Morgana e Charles: Livro 1 – 2ª edição”, de Giselle Trindade, publicado pela editora Modo, em 2015 e com 234 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Modo
Páginas: 234
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8584050442
ISBN13: 9788584050444
Sobre a editora
Os livros da editora Modo costumam explorar narrativas que combinam elementos sobrenaturais e dramas pessoais, frequentemente ambientados em contextos contemporâneos ou históricos com toque fantástico. A experiência de leitura é marcada por personagens que enfrentam conflitos internos e externos, como revelações familiares, batalhas por poder e descobertas de mundos ocultos, criando um clima de tensão e mistério. O tom varia entre o emocional e o aventureiro, com histórias que transitam entre o romance, a fantasia e o suspense, muitas vezes com protagonistas jovens ou em fases de transformação. O catálogo sugere uma preferência por tramas que mesclam o real e o imaginário, com ritmo que pode ser tanto introspectivo quanto dinâmico, dependendo da obra.
