
Título: MULHERES NO HIP-HOP
Autor: Kika Souza
Sinopse: Não é possível contar a história do maior fenômeno de contracultura juvenil – a Cultura Hip-Hop – sem considerar a participação fundamental das mulheres desde a origem deste movimento. É o que comprova a B.girl, pesquisadora e autora KIKA SOUZA, em seu relato no presente livro: Mulheres no Hip-Hop, Apagamento histórico e outras violências, nasce da falta de visibilidade para as referências femininas protagonistas dessa Cultura, da falta de entendimento de que Hip-Hop é sim coisa de mulher. Repleto de comprovações históricas sobre a atuação das manas tão poderosas como CINDY CAMPBELL ou MC REGINA. Com prefácio de LECI BRANDÃO e apresentação de BGIRL CRIS (CRISTIANE CORREIA DIAS), a autora reúne 50 mulheres de todo o Brasil, dos cinco elementos da Cultura Hip-Hop e faz uma escuta ativa ao colher seus emocionantes depoimentos, repleto de denúncias e vitórias, quase, apagadas. Para além do enfrentamento ao preconceito, da denúncia ao machismo e ao contraponto à misoginia, dentro e fora dessa Cultura, acima de tudo, KIKA SOUZA demonstra que a Cultura Hip-Hop é Matriarcal.
Contexto da obra
Na não ficção juvenil, livros como este costumam funcionar bem quando unem informação e interesse real do leitor. “MULHERES NO HIP-HOP”, de Kika Souza, publicado pela editora LiteraRUA, em 2024 e com 304 páginas, integra a categoria Livros de Não Ficção Juvenil. Na prática, isso ajuda a entender melhor como a obra pode ampliar repertório sem perder clareza e proximidade.
Editora: LiteraRUA
Páginas: 304
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6586113172
ISBN13: 9786586113174
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,300
- Altura (cm): 16,00
- Largura (cm): 23,00
- Espessura (cm): 2,00
Sobre a editora
Os livros da editora LiteraRUA convidam o leitor a mergulhar em narrativas que cruzam a cultura Hip-Hop, a memória social e as lutas por justiça racial e social no Brasil. A experiência de leitura é marcada por um tom reflexivo e instigante, que combina poesia, biografia e ensaio, muitas vezes com forte presença da voz de comunidades periféricas e afro-brasileiras. O catálogo traz obras que exploram desde trajetórias pessoais até análises críticas sobre tecnologia, racismo e ativismo digital, oferecendo um diálogo entre passado e presente. O ritmo das obras pode variar entre a intensidade poética e o rigor acadêmico, com textos que vão do relato íntimo à investigação social. Em meio a essa diversidade, destaca-se a atenção à cultura Hip-Hop como um eixo que articula diferentes formas de expressão e resistência.
