
Título: Na Berma de Nenhuma Estrada
Autor: Mia Couto
Sinopse: Mia Couto selecionou 38 textos, publicados originalmente em jornais e revistas ao longo dos últimos anos, para esta coletânea que chamou de Na berma de nenhuma estrada. Nestes contos, cada novo encontro com a sua escrita significa uma viagem que não queremos ver terminar. A intensidade das personagens, a multiplicidade de registros em que as várias tramas ocorrem, o universo do fantástico e do sobrenatural coexistindo em perfeita sintonia com o cotidiano da tradição, da cultura e da vivência; a capacidade de fabulação e a oralidade sonora da palavra escrita são encantatórias e misteriosas. Compõem esta seleta contos como “Fosforescências”, “O fazedor de luzes” e “Os amores de Alminha”.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Na Berma de Nenhuma Estrada”, de Mia Couto, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2016 e com 200 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 200
Ano: 2016
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535927557
ISBN13: 9788535927559
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,253
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
