
Título: NEGRO SOU, NEGRO SEREI
Autor: Aimé Césaire
Sinopse: Negro sou, negro serei é um livro do poeta, ensaísta, dramaturgo e político martinicano Aimé Césaire com Françoise Vergès, cientista social e ativista feminista decolonial. O livro, resultado desse encontro, oferece uma visão abrangente das ideias e perspectivas de Aimé Césaire (1913-2008) sobre as questões às quais se dedicou por toda a vida: a identidade negra, o colonialismo e a luta pela emancipação racial. Para isso, ele analisa a sua própria trajetória pessoal e intelectual, retomando eventos da infância na Martinica natal, o seu envolvimento no movimento anticolonial nas comunidades afrodescendentes ao redor do mundo. Françoise Vergès, referência nos debates contemporâneos sobre raça e gênero, ela também nascida na chamada França ultramarina, ou seja, em uma ex-colônia francesa, conduz as conversas com Césaire colocando em evidência os desdobramentos do conceito de negritude, cunhado por ele, como ferramenta poética e ideológica para reivindicar o valor e a dignidade da identidade negra. A edição conta ainda com o ensaio “Por uma leitura pós-colonial de Césaire”, uma leitura de Vergès sobre o legado deste grande pensador e sua incontornável atualidade.
Contexto da obra
Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “NEGRO SOU, NEGRO SEREI”, de Aimé Césaire, publicado pela editora Bazar do Tempo, em 2024 e com 144 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.
Editora: Bazar do Tempo
Páginas: 144
Ano: 2024
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6584515931
ISBN13: 9786584515932
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 18,50
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Bazar do tempo convidam a uma leitura que atravessa o pensamento crítico, a história e a cultura com um olhar atento às vozes marginalizadas e às experiências sociais complexas. O catálogo privilegia obras que exploram temas como o feminismo em suas múltiplas vertentes, o pensamento decolonial e a reflexão política, frequentemente com um tom analítico e rigoroso, mas também com espaço para a poesia e a narrativa pessoal. A diversidade de formatos inclui ensaios filosóficos, antologias poéticas, relatos etnográficos e registros históricos, que dialogam entre si ao propor novas perspectivas sobre gênero, raça, memória e identidade. A leitura costuma ser densa e instigante, com textos que mesclam rigor acadêmico e linguagem acessível, favorecendo um público interessado em debates contemporâneos e em trajetórias intelectuais que desafiam paradigmas estabelecidos. Em meio a essa pluralidade, o catálogo da Bazar do tempo revela um equilíbrio entre obras mais narrativas e outras de caráter mais informativo e teórico.
