
Título: Nenhuma forma de violência vale a pena
Autor: CFP
Sinopse: Vivemos e somos subjetivados pela ideia de que há uma crise, caracterizada pelo aumento de atos violentos. Vivemos em uma sociedade injusta, desigual. Cada vez mais a cultura do medo nos faz acreditar que o único caminho possível é a criminalização de conflitos, o encarceramento das pessoas e o uso cada vez maior da força policial ou militar. O Seminário Nacional de Direitos Humanos “Nenhuma forma de violência vale a pena”, que ocorreu entre os dias 21 e 23 de junho de 2009, em Brasília, discutiu o suposto aumento de atos violentos no Brasil. Também tratou de denunciar e combater as saídas criminalizantes e violadoras dos direitos humanos que têm sido adotadas diante da violência. Refletindo as preocupações da Psicologia com esses temas e aprofundando os debates propostos pela Campanha “Nenhuma forma de violência vale a pena” O seminário teve mesas voltadas para temas como violência institucional e violência nos locais de isolamento, intolerância às diversidades culturais, sexuais e raciais e criminalização dos movimentos sociais. Fonte: http://gajop.org.br/justicacidada/
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nenhuma forma de violência vale a pena”, de CFP, publicado pela editora Conselho Federal de Psicologia, em 2011 e com 148 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Conselho Federal de Psicologia
Páginas: 148
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788589208383
Sobre a editora
Os livros da editora Conselho Federal de Psicologia convidam a uma leitura que atravessa temas sociais e profissionais com foco na Psicologia aplicada ao contexto brasileiro. A experiência de leitura costuma ser marcada por um tom reflexivo e crítico, que problematiza questões como direitos humanos, políticas públicas, avaliação psicológica e a atuação do psicólogo em diferentes espaços sociais. O catálogo privilegia textos que dialogam com a realidade institucional e social, trazendo relatos de práticas profissionais, análises éticas e políticas, além de debates sobre temas contemporâneos como saúde mental, exclusão social e comunicação. A linguagem tende a ser técnica, porém acessível, com ritmo que varia entre o mais didático e o discursivo, conforme o tema abordado. O material de apresentação indica um compromisso com a pluralidade de vozes e a diversidade de contextos, incluindo discussões sobre gênero, infância, adolescência e populações em situação de vulnerabilidade.
