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Noite na Taverna e Poemas Malditos

Título: Noite na Taverna e Poemas Malditos

Autor: Alvares de Azevedo

Sinopse: Morte, desilusões, revoltas, satanismo, angústia, pessimismo, sofrimento amoroso — estes são alguns dos temas que permeiam a poesia e a prosa do mestre da escrita ultrarromântica. “Noite na Taverna” e “Poemas Malditos” são duas das grandes obras do mais maldito entre os poetas brasileiros: Álvares de Azevedo. Publicada postumamente, Noite na Taverna é a obra do romantismo brasileiro que mais se aproxima dos preceitos byronianos, num diálogo entre erotismo e morte. Numa narrativa que se aproxima do teatro, cinco amigos reunidos numa taverna narram desventuras macabras e revelações fantásticas de sua juventude num ambiente onírico e boêmio. Os Poemas Malditos representam a segunda fase do autor; mais mórbidos, sarcásticos, e pessimistas: “duas almas que moram nas cavernas de um cérebro pouco mais ou menos de poeta escreveram este livro, verdadeira medalha de duas faces”. Cuidado, leitor, ao iniciar esse livro! Aqui dissipa-se o mundo visionário e platônico. Vamos entrar num mundo novo, terra fantástica; vá por sua conta e risco!

Contexto da obra

Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Noite na Taverna e Poemas Malditos”, de Alvares de Azevedo, publicado pela editora Editora Ubiq!, em 2024 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.

Editora: Editora Ubiq!

Páginas: 208

Ano: 2024

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 6598348528

ISBN13: 9786598348526

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Alvares de Azevedo revela um universo marcado por contrastes intensos: a voz lírica e introspectiva se alterna com tons dramáticos e até sombrios, criando uma atmosfera que oscila entre a melancolia e a ironia. O ritmo varia entre a fluidez poética e a densidade narrativa, especialmente nos contos que exploram temas como o amor trágico, a morte e o desencanto existencial. A experiência é marcada pelo mergulho em personagens que se apresentam como sonhadores, libertinos ou figuras atormentadas, cuja fragilidade emocional e questionamentos internos ganham forma em uma prosa e poesia que ora evocam delicadeza, ora exibem uma dureza quase amarga. Esse jogo entre o íntimo e o externo, entre o sentimentalismo e a crítica velada, faz dos livros de Alvares de Azevedo uma leitura que provoca reflexão sobre os limites do amor, da vida e da própria identidade.

    Ver mais sobre o autor

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