
Título: Nota Azul: Freud, Lacan e a Arte
Autor: Alain Didier-Weill
Sinopse: O que a prática do psicanalista não cessa de lembrar é que a mestiçagem de substâncias tão heterogêneas quanto o são a materialidade do corpo humano, a imagem que dele se tem e o verbo nele enxertado institui entre corpo, imaginário e palavra uma nodulação, cujo caráter problemático se traduz pelo sofrimento a que chamamos de sintoma. À luz desse ensinamento cotidiano concedido ao psicanalista, Alain Didier-Weill interroga as relações existentes entre a arte e a psicanálise, valendo-se, sobretudo, das incidências do ensino de Jacques Lacan sobre a função do real na estruturação do psiquismo humano. Entre os efeitos clínicos que aborda, com ênfases distintas na concepção freudiana de sublimação, nos tempos necessários à subjetivação e no circuito pulsional, destaca-se a elaboração de como se pode assumir o reconhecimento de que, não sendo senhores da palavra, somos instituídos pelo que dizemos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Nota Azul: Freud, Lacan e a Arte”, de Alain Didier-Weill, publicado pela editora Contra Capa, em 2014 e com 80 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Contra Capa
Páginas: 80
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8577401626
ISBN13: 9788577401628
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora Contra Capa conduz o leitor a um universo marcado por reflexões profundas sobre psicanálise, clínica contemporânea e questões sociais associadas ao sofrimento subjetivo. O catálogo privilegia textos que dialogam com a experiência clínica e teórica, explorando temas como transtornos de atenção, depressão e os desafios da escuta psicanalítica no mundo atual. A densidade conceitual se alterna com abordagens que trazem entrevistas, coletâneas e análises históricas, criando um ritmo que exige atenção e envolvimento crítico. O material sugere uma preferência por obras que combinam rigor acadêmico com um olhar atento às transformações sociais e culturais.
