
Título: Notas de um Botânico na Amazônia
Autor: Spruce Richard
Sinopse: A par das pesquisas florísticas, o livro de Spruce é rico em descrições de aspectos curiosos da Amazônia primitiva, tais como das tradições e cerimônias indígenas, das inscrições rupestres, das atividades econômicas, especialmente da cerâmica, da extração de látex e produção de óleos vegetais e animais, etc. Este livro não foi redigido assim como se encontra, mas sim compilado e montado a partir de suas anotações, bem como de cartas escritas a correspondentes diversos e de ensaios publicados em periódicos especializados. O autor dessa montagem foi Alfred Russel Wallace, que, além de amigo íntimo de Spruce, era um profundo conhecedor da Amazônia, e que soube como ninguém escoimar o joio do trigo, selecionando o que havia de mais interessante e pertinente para compor essa obra.
Contexto da obra
Na área de Ciências, livros como este costumam ganhar relevância por seu papel informativo e formativo. “Notas de um Botânico na Amazônia”, de Spruce Richard, publicado pela editora Editora Itatiaia, em 2006 e com 400 páginas, integra a categoria Livros de Ciências. Na prática, isso ajuda a situar melhor a obra entre leitura formativa, consulta e apoio ao estudo.
Editora: Editora Itatiaia
Páginas: 400
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8531902037
ISBN13: 9788531902031
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,550
- Altura (cm): 24,00
- Largura (cm): 17,00
- Espessura (cm): 1,80
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Itatiaia oferecem uma experiência de leitura que mescla história, literatura clássica e reflexões sociais com uma linguagem que varia do realismo detalhado ao tom irônico e crítico. O catálogo sugere uma predileção por narrativas ambientadas em contextos históricos ricos, como o Brasil colonial e o século XIX europeu, além de obras que exploram a complexidade psicológica de personagens marcantes. Em muitos casos, o ritmo é construído por episódios densos e envolventes, com um olhar atento para os conflitos sociais e políticos que atravessam as tramas. Também há espaço para textos filosóficos e poéticos, que convidam a uma leitura mais contemplativa e intelectual.
