
Título: Novas Cartas Edificantes e Curiosas do Extremo Ocidente
Autor: André Lévy
Sinopse: Como Macunaíma, o herói do romance homônimo de Mário de Andrade, que, ao chegar a São Paulo vindo do fundo do mato-virgem, chamava elevador de sagüi-açu, os viajantes chineses que "descobriram" o Ocidente no final do século passado chamavam o mesmo elevador de quarto semovente. Torneiras, para eles, eram, com toda singeleza, pequenas cabeças-de-dragão. Só que o povo do Império do Meio se acreditava o umbigo do mundo. O resto era, por assim dizer, o seu bumbum - periferia, terra de bárbaros, incapaz de despertar-lhe o interresse. Até que, um dia, movidos pela Guerra do Ópio (a Inglaterra impôs pela força a introdução dessa droga na China) e por necessidades diplomáticas, assim como pela curiosidade de constatar in loco o progresso dos países industrializados da época, que, apesar de tão menores, conseguiam impor-lhes sua vontade, os chineses partiram em viagens de reconhecimento para o Ocidente. A primeira foi em 1866. Seguiram-se outras durante todo o período que se convencionou chamar de "Belle Époque", e são os relatos desses viajantes, traduzidos e comentados por um especialista de literatura e civilização chinesas, que compõem estas Novas cartas edificantes e curiosas do Extremo Ocidente por viajantes chineses.
Contexto da obra
Na área de Viagens e Turismo, obras como esta costumam interessar por abrir horizonte e contexto. “Novas Cartas Edificantes e Curiosas do Extremo Ocidente”, de André Lévy, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1988 e com 256 páginas, integra a categoria Livros de Viagens e Turismo. Esse contexto costuma ser útil para perceber melhor o valor da obra para quem lê lugares, trajetos e experiências.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 256
Ano: 1988
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8585095687
ISBN13: 9788585095680
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,304
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,30
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
