
Título: Número: A linguagem da ciência
Autor: Tobias Dantzig
Sinopse: Se você é curioso para conhecer a história dos números, desde a pré-história até o século XX, este é o livro para você. Com uma narrativa acessível e objetiva, Dantzig fala do desenvolvimento dos conceitos da área, desde os números negativos e frações, até temas mais complexos, como a ideia de infinito. Aspectos que estimularam a construção da matemática ao longo dos séculos como trocas comerciais, guerras e até mesmo religiões. A classic . . . it deserves a place on the bookshelf of anyone interested in the history of thought. -- Charles Seife, author of Zero and Decoding the Universe Anyone interested in the history of numbers and mathematics should read this book. -- Mario Livio, author of The Golden Ratio Beyond doubt the most interesting book on the evolution of mathematics which has ever fallen into my hands. -- Albert Einstein
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Número: A linguagem da ciência”, de Tobias Dantzig, publicado pela editora Zahar, em 1970 e com 284 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Zahar
Páginas: 284
Ano: 1970
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 0029069904
ISBN13: 9780029069905
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
