Skip to content Skip to footer
O BOI DOS CHIFRES DE OURO

Título: O BOI DOS CHIFRES DE OURO

Autor: Ivo Bender

Sinopse: Influenciado pelo teatro do absurdo, Bender começou a escrever peças na década de 1960. Sua primeira peça, As Cartas Marcadas ou Os Assassinos, foi escrita quando ele ainda era um estudante do Instituto de Letras da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, em 1961, e obteve boa recepção. A Terra Devorada estreou no Theatro São Pedro em 1963, mas sem boa receptividade. Após renegar a peça Os Alcatruzes, Ivo Bender escreve, em 1967, Auto das Várias Gentes no Dia de Natal, para o público infantil, que é censurada no ano seguinte. Depois de criar uma comédia musical que jamais foi publicada ou encenada, Bender escreve, em 1969, A Casa atrás das Dunas e, em 1971, o seu primeiro sucesso comercial, Queridíssimo Canalha, ambientado em um país fictício da América Latina. História de traição e aspectos sobrenaturais, Quem Roubou Meu Anabela? (1972) obteve maior sucesso entre o público. No mesmo ano, Bender cria O Auto do Pastorzinho e Seu Rebanho, O Macaco e a Velha, A Invasão das Tiriricas e A Estrelinha Cadente, todas direcionadas para crianças. Sexta-Feira das Paixões, de 1975, retoma o sobrenatural e faz uma crítica à situação política do país, então sob o poder da ditadura militar. O Cabaré de Maria Elefante, de 1981, reúne figuras pitorescas, como um vampiro, freiras e um travesti, com uma linguagem bastante paródica e irônica. A Trilogia Perversa, de 1988, inaugura uma nova fase na carreira de Ivo Bender. Sendo uma trilogia, esta peça é inspirada em três mitos gregos que são transpostos para diferentes contextos históricos do Rio Grande do Sul. O mito de Atreu e Tiestes é adaptado para o início da imigração alemã no Rio Grande do Sul; a tragéida Ifigênia em Áulis, de Eurípides, é adaptada para o episódio da Revolta dos Muckers; e o mito de Electra inspira uma trama ocorrida durante a Enchente de 1941[2]. Após Trilogia Perversa, Bender publica textos como Marcos IV, 23 (adaptação de um conto de Jorge Luis Borges), O Boi dos Chifres de Ouro (uma "comédia pampeira", em homenagem a Simões Lopes Neto) e Mulheres Mix.

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O BOI DOS CHIFRES DE OURO”, de Ivo Bender, publicado pela editora MERCADO ABERTO, em 1998 e com 88 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: MERCADO ABERTO

Páginas: 88

Ano: 1998

Edição:

Linguagem: português

ISBN: 8528004430

ISBN13: 9788528004434

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Ivo Bender revela um universo onde o realismo se mistura ao fantástico, criando uma atmosfera que oscila entre o cotidiano e o sobrenatural. A narrativa frequentemente se ancora em pequenas cidades fictícias, onde elementos extraordinários irrompem a rotina, provocando um deslocamento inquietante. O tom varia do irônico ao sombrio, com personagens que transitam entre o humano e o mítico, muitas vezes atravessados por tensões políticas ou sociais. A prosa convida a uma experiência que é ao mesmo tempo contemplativa e carregada de suspense, com uma atenção especial às nuances psicológicas e às contradições dos personagens. Em meio a essa diversidade, os livros de Ivo Bender propõem uma reflexão sobre a fragilidade da existência e os limites entre o natural e o sobrenatural.

    Ver mais sobre o autor

    Sobre a editora

    A leitura dos livros da editora Mercado Aberto costuma mergulhar o leitor em narrativas que exploram a complexidade das relações humanas e sociais, frequentemente ambientadas em contextos brasileiros ou sul-americanos. O catálogo apresenta obras que transitam entre a ficção literária, com contos e romances que abordam temas como identidade, memória e conflitos familiares, e textos que dialogam com a história e a cultura regional, especialmente do Rio Grande do Sul. Há também uma presença marcante de obras que tratam de questões sociais e culturais, como a negritude, a marginalização indígena e os impactos da ditadura, sempre com um tom que convida à reflexão. Além disso, o material sugere uma diversidade de estilos, do mais narrativo e sensível ao mais ensaístico e crítico, com algumas obras voltadas ao público jovem e outras que dialogam com leitores adultos.

    Ver mais sobre a editora

    Leave a comment

    E-mail
    Password
    Confirm Password
    0
      0
      Seu Carrinho
      Carrinho VazioContinue Comprando
      0,0
      (0 avaliações)
      Clique no livrinho correspondente para avaliar.