
Título: O Carvalho e o Bezerro: Esboços da Vida Literária
Autor: Aleksandr Solzhenitsyn
Sinopse: "Diz um velho ditado russo: "Um bezerro dá marradas contra o carvalho até derrubá-lo". É um conceito tão popular quanto o nosso "água mole em pedra dura tanto bate até que fura". Nos dois casos, se ajusta perfeitamente à luta desigual travada isoladamente pelo escritor Soljenítsin contra o todo-poderoso Estado soviético. Pois ao fim desse combate, não se poderá dizer que o carvalho (ou a pedra) não esteja abalado. Ou que o Estado absolutista soviético permaneça de pé. Essas memórias são mais do que uma crônica de vinte anos de vida literária oficial e clandestina na URSS pós-Stalin; são um verdadeiro romance autobiográfico do pr´prio escritor, rodeado de personagens como Tvardovsky, Kruschev, Rostropovitch, Sakharov, Chafarevitch e centenas de outros. Terminam na prisão e no banimento do escritor, em fevereiro de 1974. "O Carvalho e o Bezerro" é a primeira obra de Soljenítsin escrita no Ocidente. É um longo epílogo do "Arquipélago Gulag". [TEXTO DA CONTRA-CAPA]
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Carvalho e o Bezerro: Esboços da Vida Literária”, de Aleksandr Solzhenitsyn, publicado pela editora DIFEL, em 1975 e com 664 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: DIFEL
Páginas: 664
Ano: 1975
Edição:
Linguagem: português
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ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Difel oferecem uma experiência de leitura marcada pela diversidade temática e pelo equilíbrio entre narrativas históricas, filosóficas e literárias. O catálogo sugere obras que transitam entre o romance histórico detalhado, como retratos vívidos de personagens e períodos, e textos de reflexão filosófica que abordam questões existenciais e sociais com linguagem acessível e rigor. Há também espaço para narrativas que exploram conflitos humanos profundos, sejam eles familiares, políticos ou espirituais, sempre com uma atenção cuidadosa ao desenvolvimento dos personagens e ao contexto cultural. O tom varia do contemplativo ao tenso, com ritmo que pode ser tanto meditativo quanto dinâmico, dependendo do enfoque da obra. Essa variedade permite que leitores encontrem tanto leituras mais densas e analíticas quanto histórias envolventes e emotivas.
