
Título: O CORDEIRO E OS PECADOS DIVIDINDO O PÃO
Autor: Milena Martins Moura
Sinopse: Nas palavras de Priscila Branco, que assina o prefácio do novo livro de Milena Martins Moura, “[em] O Cordeiro e os Pecados Dividindo o Pão, o único milagre possível é o ato poético […]: ‘Eu estou escrevendo / Isso é um milagre’”. Exercício de subversão, Milena Martins Moura faz o cordeiro – símbolo da castidade – sentar à mesa com os pecados. E gozar da companhia um do outro, “de corpo inteiro no indevido”. Para a professora Paula Glenadel da Universidade Federal Fluminense (UFF), Milena “assume para si uma voz incomum entre sua geração”, tratando de temas bíblicos, ou dos “mistérios gregos”. Neste O Cordeiro e os Pecados Dividindo o Pão, a opressão é esmagada e as palavras são desnudadas sem culpa, como aponta Anna Clara de Vitto na orelha. A Eva de Milena é “serpente e desfrute” e vai “lambendo o caminho desviado”, dando atos de sujeito à primeira mulher. Em certo momento, Eva afirma: “estou nua e disso não me envergonho”.
Contexto da obra
Na poesia, um livro como este costuma pedir um olhar mais atento para linguagem, ritmo e imagem. “O CORDEIRO E OS PECADOS DIVIDINDO O PÃO”, de Milena Martins Moura, publicado pela editora Editora Aboio, em 2023 e com 112 páginas, integra a categoria Livros de Poesia. Na prática, a força do livro muitas vezes aparece no modo como ele faz a linguagem trabalhar.
Editora: Editora Aboio
Páginas: 112
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 6598057876
ISBN13: 9786598057879
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,120
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 0,70
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Aboio apresentam uma experiência de leitura marcada por narrativas que transitam entre o íntimo e o universal, frequentemente explorando temas como a memória, o luto e as transformações pessoais. O catálogo privilegia textos que mesclam poesia e prosa, com uma linguagem que ora é delicada e introspectiva, ora direta e contundente, convidando o leitor a um envolvimento sensível e reflexivo. Há obras que se apoiam em imagens visuais para ampliar o sentido do texto, enquanto outras se dedicam a retratar conflitos humanos profundos, como o amadurecimento, a perda e a busca por identidade. O ritmo das obras varia entre o contemplativo e o narrativo, com personagens que enfrentam dilemas existenciais em contextos que vão do cotidiano urbano a paisagens culturais específicas.
