
Título: O corpo e a imagem no discurso: gêneros híbridos
Autor: Simone Tiemi Hashiguti
Sinopse: O interesse pelo corpo e pela imagem como objetos de análise e teorização no âmbito dos estudos sobre o discurso surge como uma demanda quando filmes, reportagens, campanhas publicitárias, espaços digitais e salas de aula de línguas começam a ser discutidos para além daquilo que a língua constrói e faz legível e quando os efeitos de sentido se dão porque há também visualidades em jogo. No âmbito dos estudos e das análises desenvolvidos no Grupo de Pesquisa O Corpo e a Imagem no Discurso, algumas questões que dizem respeito a essa ordem visual de constituição dos sentidos e que têm orientado as discussões são: como produzimos sentidos por intermédio de imagens? Como a língua e a imagem funcionam em conjunto? Como podem ser feitos visíveis, fragmentados, ressignificados os corpos nas artes pelas ferramentas digitais e nos diferentes espaços virtuais? Quais políticas incidem na organização dos corpos no espaço? Como o dizível atravessa e/ou é atravessado pelo visível?
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O corpo e a imagem no discurso: gêneros híbridos”, de Simone Tiemi Hashiguti, publicado pela editora SciELO, em 2019 e com 201 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SciELO
Páginas: 201
Ano: 2019
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Scielo oferecem uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com acessibilidade, frequentemente explorando temas ligados às ciências humanas, sociais e da saúde. As obras costumam apresentar análises detalhadas de contextos sociais, culturais e profissionais, com foco em estudos de casos, pesquisas empíricas e reflexões críticas. O tom varia entre o informativo e o reflexivo, privilegiando uma linguagem que dialoga tanto com leitores especializados quanto com públicos interessados em compreender questões contemporâneas. O catálogo revela um equilíbrio entre abordagens mais narrativas, como relatos históricos e etnográficos, e textos mais analíticos, que problematizam práticas e políticas públicas.
