
Título: O Desconforto da Riqueza
Autor: Simon Schama
Sinopse: A próspera república holandesa do século XVII foi uma experiência político-social tão singular quanto a democracia americana em seus primórdios. Criar uma nação a partir de um conjunto de províncias e comunidades díspares, construir uma identidade coletiva e se tornar uma potência mundial em menos de um século não era tarefa simples. Simon Schama faz uso de evidências textuais e visuais para investigar a história cultural da jovem república em sua Época de Ouro. Atento aos detalhes cotidianos, aos pequenos eventos, ele encontra no âmago do imaginário holandês um dilema ético central: como conciliar riqueza e moralidade, como fundar uma comunidade moral respirando o doce aroma da prosperidade.
Contexto da obra
Nas Ciências Políticas, livros como este costumam dialogar com instituições, ideias e vida pública. “O Desconforto da Riqueza”, de Simon Schama, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1992 e com 688 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Políticas. Esse enquadramento ajuda o leitor a perceber melhor a natureza analítica da obra e seu lugar no debate político.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 688
Ano: 1992
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571642060
ISBN13: 9788571642065
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 1,303
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 3,60
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
