
Título: O DIABINHO DA MÃO FURADA
Autor: Antônio José da Silva, o judeu
Sinopse: «BOCAGE FAZIA GRANDE APREÇO DAS COMÉDIAS DE ANTÓNIO JOSÉ. [...] INDO EU UMA VEZ VISITÁ-LO, DURANTE A SUA ÚLTIMA ENFERMIDADE, ACHEI-O DE BRUÇOS SOBRE A CAMA, COM UM LIVRO NA MÃO, E RINDO COMO UM DOIDO. -QUE LIVRO É ESSE - LHE PERGUNTEI-, QUE TE CAUSA TANTA HILARIDADE? -SÃO- RESPONDEU - AS ÓPERAS DO JUDEU, E ACHEI AQUI NO D. QUICHOTE UMA IDEIA TÃO BUFONA, TÃO EXTRAVAGANTE QUE ADMIRA HAVER ESCAPADO A CERVANTES. [...] José Maria da Costa e Silva, Ensaio biographico-crítico sobre os melhores poetas portuguezes. O que acontece quando um soldado Peralta e um diabinho da mão furada se tornam companheiros de aventura, numa viagem entre o Alentejo e Lisboa? Publicada pela primeira vez em 1861 com o título Obras do Diabinho da Mão Furada, a Novela Diabólica de António José da Silva - mais conhecido pelo cognome de Judeu - seria assim subintitulada em posteriores reedições, acabando por tornar-se popular pela ampla discussão em torno da sua autoria. A presente edição do Diabinho da Mão Furada tem intenções pouco belicosas: importará mais levar o texto aos leitores do que prosseguir a cruzada das restituição autoral. Ou, abreviando, «Faze o sinal da cruz primeiro que leias, para que o mau fuja de ti e o bom te persuada.» Ilustrações de Lucy Pepper.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O DIABINHO DA MÃO FURADA”, de Antônio José da Silva, o judeu, publicado pela editora Guerra & Paz, em 2010 e com 144 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Guerra & Paz
Páginas: 144
Ano: 2010
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13: 9789898174963
Sobre a editora
Os livros da editora Guerra & Paz costumam apresentar narrativas que exploram profundidades psicológicas e dilemas morais, muitas vezes ambientados em contextos históricos ou sociais densos. A experiência de leitura tende a alternar entre o tom reflexivo e o dramático, com personagens complexos que enfrentam conflitos internos e externos, como suspeitas, paixões ou debates ideológicos. O catálogo sugere um equilíbrio entre obras literárias mais narrativas e outras que trazem um viés mais documental ou ensaístico, incluindo correspondências, biografias e análises políticas. A linguagem varia do clássico ao contemporâneo, e há espaço para edições que dialogam com o passado cultural e literário, além de abordagens visuais que enriquecem o texto.
