
Título: O direito do Paraguai à Soberania
Autor: Gustavo Codas (org.)
Sinopse: Este livro não traz somente uma denúncia. Ele é, também, uma história da energia no mundo. Desfaz as frívolas e inconsequentes especulações sobre as fontes de energias alternativas e vai ao cerne do problema: o padrão de consumo da sociedade atual. O Paraguai é um produtor por excelência de energia, a energia hidrelétrica de Itaipu e de Yacyretá. E só a Bolívia e o Paraguai têm genuínos excedentes energéticos no Mercosul, o que os coloca em posição privilegiada para estabelecer negociações favoráveis aos seus interesses nacionais. O Brasil e a Argentina são importadores de gás natural e de eletricidade.O Paraguai deve reivindicar um preço justo por sua energia hidrelétrica, tal como a Bolívia está alcançando em relação a seu gás. Assim, povo paraguaio está iniciando um processo de compreensão, articulação e mobilização com o objetivo de recuperar a soberania hidrelétrica, tema central deste trabalho.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O direito do Paraguai à Soberania”, de Gustavo Codas (org.), publicado pela editora Expressão Popular, em 2008 e com 160 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Expressão Popular
Páginas: 160
Ano: 2008
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Expressão Popular costumam oferecer uma leitura densa e crítica, que mescla política, história e teoria social com uma linguagem acessível e didática. O catálogo privilegia narrativas que exploram a militância, as lutas sociais e o pensamento marxista, muitas vezes apresentando análises históricas detalhadas e debates sobre o papel das classes trabalhadoras, movimentos populares e a educação. A experiência de leitura envolve tanto textos biográficos e históricos quanto reflexões teóricas que dialogam com os desafios contemporâneos, sempre com um tom engajado e comprometido. A diversidade do catálogo pode ser percebida na coexistência de obras mais narrativas, como relatos de militantes e biografias, e outras mais informativas e analíticas, como estudos sobre imperialismo, educação e economia política.
