
Título: O Espião de Fidel Castro
Autor: Orlando Castro Hidalgo
Sinopse: A EMOCIONANTE HISTÓRIA VERÍDICA RELATADA PELO OFICIAL DO MAIS ALTO POSTO DO SERVIÇO DE INTELIGÊNCIA A DESERTAR DA CUBA DE FIDEL CASTRO. Este relato emocionante, feito na primeira pessoa, revela os trabalhos secretos realizados pelo maior agente do Serviço de Inteligência de Cuba, depois que abandonou os ideais políticos do ditador cubano Fidel castro. É um livro que conta todo um vasto mundo de operações cujas informações foram conseguidas por um espião sensacional - o espião de Fidel Castro. Seu autor - Orlando - foi agente de polícia, depois atuou como soldado (lutou na batalha Baía dos Porcos onde uma confusão total dominou o exército de Fidel Castro) e finalmente foi recrutado para trabalhar no serviço de inteligência. Castro serviu no DGI - serviço de espionagem cubano. Na época em que abandonou a política de Fidel, estava trabalhando para a embaixada de Cuba em Paris, e na ocasião trouxe consigo a maioria dos segredos que estava em poder dos escritórios do DGI em Paris.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Espião de Fidel Castro”, de Orlando Castro Hidalgo, publicado pela editora Artenova, em 1973 e com 136 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Artenova
Páginas: 136
Ano: 1973
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Artenova apresentam uma diversidade que vai do relato autobiográfico à ficção de suspense, com incursões frequentes por narrativas que exploram relações humanas complexas e dilemas morais. O catálogo inclui desde histórias ambientadas em contextos históricos, como o Japão medieval, até enredos urbanos e contemporâneos, com personagens que enfrentam conflitos internos e externos intensos. Há uma presença notável de obras que abordam temas delicados, como a homossexualidade em tempos passados, e outras que trazem um tom mais irônico ou ácido na análise da sociedade. O ritmo das narrativas varia bastante, com textos que podem ser mais densos e reflexivos, e outros que mantêm uma tensão constante, especialmente em tramas de mistério ou crime.
