
Título: O Faraó Alado
Autor: Joan Grant
Sinopse: Os antigos egípcios deram muitos nomes ao seu país. Nesta história da época da I Dinastia, ele é chamado de "Kam" e também de "As Duas Terras"; Suméria, o país dos precursores dos babilônios, é chamado de "Zuma"; e Creta, o centro da civilização minoense, é chamada de "Minoas". Exceto a cidade de Men-atet-iss, atual Mênfis, próximo ao Cairo, a localização de todas as cidades é claramente demonstrada pela narrativa. Abidwa é a morderna Abidos, e o Anfiteatro dos Grãos é a atual cidade de Tell el-Amarna. A Terra Estreita é o Sinai, e o Mar Estreito, o mar Vermelho. Não há nenhum sistema padronizado para escrever os nomes e palavras egípcios; em minha ortografia o "a" tem a pronúncia acentuada como em "calma". Os símbolos do Alto Egito, "O Sul", eram o Lótus e o Junco; o desenho da Coroa Branca é mostrado na página titular. A Coroa Vermelha era "O Norte", e seus símbolos eram o Papiro e a Abelha. Embora apareçam cavalos nesta história, estou ciente de que ainda não foi encontrado nenhum registro da existência desses animais no Egito antes da XVIII Dinastia.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Faraó Alado”, de Joan Grant, publicado pela editora Círculo do Livro, em 1988 e com 332 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Círculo do Livro
Páginas: 332
Ano: 1988
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8531502543
ISBN13: 9788531502545
Sobre a editora
Os livros da editora Círculo do Livro costumam explorar narrativas que transitam entre o romance histórico e o drama humano, frequentemente ambientados em contextos marcados por conflitos sociais ou políticos. A experiência de leitura é marcada por personagens complexos e enredos que misturam tensão, paixão e dilemas morais, com uma linguagem que pode variar do lírico ao direto, dependendo do tom da obra. O catálogo sugere uma atenção especial a histórias que envolvem intrigas, revoluções, e questões de identidade cultural, mas também inclui obras com abordagem mais reflexiva e analítica, como relatos históricos e ensaios. Há uma convivência entre textos mais narrativos e outros que se aproximam do documentário ou do estudo, o que amplia o espectro para leitores que buscam tanto entretenimento quanto reflexão.
