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O Homem Pós-Histórico

Título: O Homem Pós-Histórico

Autor: Henry Bugalho

Sinopse: O mundo, tal qual conhecemos, não mais existe. Há apenas um ­homem diante de uma assombrosa descoberta, ­enveredando-se na intrigante busca pelo conhecimento. Um sujeito ­solitário, desenraigado e oprimido por sua condição humana: este é o ­Homem Pós-Histórico. (...) Sem dificuldades, ele deduz que coisas inanimadas não lhe podem dizer como se chamam, então, ele seria obrigado a dar-lhe nomes convenientes. Dá um nome às pedras, mas são tantas espalhadas pelo caminho que ele percebe que não pode dar nome diferente a cada uma delas, precisava de um título genérico, que servisse para designar todas, independentemente do formato, posição espacial e tamanho. Estabelece a primeira regra de aposição de nomes: para objetos, ele pode conceber um nome coletivo, como para pedras, árvores, montes, rios, flores, nuvens, animais, etc. Porém, ele não pode chamar a Mulher de qualquer coisa, pois ela é especial, individual, ela tem de ter um nome só dela, pelo qual nenhuma outra mulher no mundo, caso haja outra, possa ser chamada. (...)

Contexto da obra

Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Homem Pós-Histórico”, de Henry Bugalho, publicado pela editora Oficina Editora, em 2009 e com 113 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.

Editora: Oficina Editora

Páginas: 113

Ano: 2009

Edição:

Linguagem: português

ISBN:

ISBN13:

    Sobre o autor

    A leitura dos livros de Henry Bugalho alterna entre o rigor analítico e a sensibilidade narrativa, criando um contraste marcante entre textos densos e outros mais acessíveis. Em alguns momentos, o ritmo é ágil e direto, especialmente nas obras que abordam debates e política, enquanto em outros, a prosa se torna mais contemplativa, explorando reflexões filosóficas e jornadas pessoais. A tensão varia entre o intelectual, que desafia o leitor a pensar criticamente, e o emocional, que acompanha personagens em processos de amadurecimento e autodescoberta. O autor parece interessado em explorar as contradições humanas, seja pela lente da filosofia, do romance ou do ensaio, sempre mantendo um tom que evita simplificações. Essa combinação oferece uma experiência de leitura multifacetada, onde o leitor pode tanto se envolver com dilemas íntimos quanto confrontar questões sociais e políticas. No catálogo, os livros de Henry Bugalho apresentam essa diversidade que convida à reflexão e ao questionamento.

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