
Título: O ladrão que pintava como Mondrian
Autor: Lawrence Block
Sinopse: Fugindo à regra, o grande personagem de Lawrence Block é um ladrão e não um detetive. Mas um ladrão muito especial: bem-humorado, avesso à violência e culto, Bernie Rhodenbarr é dono de um sebo em Nova York e não rouba nada que possa realmente fazer falta a suas vítimas. E, não importa em que confusão esteja metido, preza a elegância acima de tudo. Por ironia, entretanto, nessa história ele se torna o principal suspeito de um assassinato. Para provar sua inocência, passa por momentos perigosos -- e por pouco não manda a elegância passear. Com mais de quarenta obras publicadas, Block é dono de um dos estilos mais bem definidos dentro do gênero policial.
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “O ladrão que pintava como Mondrian”, de Lawrence Block, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1999 e com 280 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 280
Ano: 1999
Edição: undefined
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8571648549
ISBN13: 9788571648548
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,314
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 13,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
