
Título: O Livro dos Insultos
Autor: H. L. Mencken
Sinopse: A língua mais afiada da história do jornalismo está de volta. A Companhia das Letras reedita, na coleção Jornalismo Literário, O livro dos insultos de H. L. Mencken, com seleção, tradução e posfácio de Ruy Castro e um apêndice de Paulo Francis. Lançado em 1988, O livro dos insultos trazia pela primeira vez para o leitor brasileiro as ideias explosivas e polêmicas do mais famoso jornalista americano das décadas de 1920 e 1930. Da sua trincheira na cidade Baltimore, no estado de Maryland, Henry-Louis Mencken (1880-1956) escreveu praticamente sobre tudo, sempre disposto corajosamente a desafiar o senso comum e as opiniões estabelecidas. Nesta amostra do melhor do pensamento de Mencken, Ruy Castro selecionou textos sobre homens e mulheres, sobre religião, moral, morte, governo, democracia, jornalismo, boxe, economia, psicologia, literatura, escritores, música (uma de suas paixões), pintura e até uma reflexão sobre os zoológicos. "Mencken é atualíssimo." - Paulo Francis
Contexto da obra
Na área de Humor, obras como esta costumam viver muito do tom e da voz com que são escritas. “O Livro dos Insultos”, de H. L. Mencken, publicado pela editora Companhia das Letras, em 1988 e com 264 páginas, integra a categoria Livros de Humor. Por isso, o interesse do livro tende a crescer quando o leitor observa como ele produz humor e não apenas sobre o que fala.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 264
Ano: 1988
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535914420
ISBN13: 9788535914429
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,333
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
