
Título: O Maior Crime da Terra
Autor: Décio Freitas
Sinopse: Neste livro o historiador Décio Freitas trata a violência homicida não como um fait divers ou uma ocorrência policial, mas como a essência mesma da história, diferentemente da maior parte dos historiadores. Através de exaustiva pesquisa histórica, Décio Freitas faz a crônica dos crimes de José Ramos, um indivíduo encantador, apaixonado pela música lírica e pela poesia, que matou várias pessoas e usou sua carne para fabricar lingüiça. José Ramos adorava especialmente degolar suas vítimas, mas nisso não diferia da prática dos habitantes da província, em suas guerras e em suas revoluções, de degolar os adversários. Ainda hoje, segundo o historiador, quando não pode praticar o canibalismo no sentido literal, o homem o pratica no sentido metafórico, na competição e na luta pela vida. Este livro é uma crônica de horrores inauditos, mas também um convite à reflexão do homem sobre si mesmo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Maior Crime da Terra”, de Décio Freitas, publicado pela editora Sulina, em 1996 e com 140 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Sulina
Páginas: 140
Ano: 1996
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8520501311
ISBN13: 9788520501313
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
