
Título: O Mal-Estar na Globalização
Autor: Luciano Martins Costa
Sinopse: O Mal-Estar na Globalização apresenta como paradigma a vulnerabilidade do sistema econômico, que se tornou clara após os atentados ocorridos nos EUA em 11 de setembro de 2001, e os escândalos das fraudes em algumas das maiores empresas do mundo. Ao lado disso há também a depredação absurda da diversidade biológica do planeta. É imperioso que os homens de empresa, cuja responsabilidade em todos esses fenômenos é grande, mudem de modelo mental. Tal mudança requer o desenvolvimento do que o autor chama de "capacitações evolutivas". Por esse meio, os gestores poderão adquirir a necessária consciência de seu papel na empresa e na sociedade. A obra de Luciano Martins da Costa é um apelo para que cada cidadão, cada agente econômico, social e político, assuma a responsabilidade de transformar a si mesmo e, em conseqüência, o sistema perverso e excludente que a globalização impôs ao mundo. Por outro lado, é uma leitura estimulante e inspiradora para a busca de novos conhecimentos e modos de pensar que nos tirem das intermináveis crises em que vivemos.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Mal-Estar na Globalização”, de Luciano Martins Costa, publicado pela editora A Girafa, em 2005 e com 277 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: A Girafa
Páginas: 277
Ano: 2005
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8589876748
ISBN13: 9788589876742
Sobre a editora
Os livros da editora A Girafa costumam explorar temas que transitam entre o literário e o ensaístico, com uma predileção por narrativas que combinam poesia, história e reflexões sociais. A experiência de leitura frequentemente envolve um tom introspectivo e por vezes político, com obras que abordam desde a intensidade emocional do futebol até investigações históricas e científicas. O catálogo apresenta textos que podem ser tanto densos e analíticos quanto líricos e subjetivos, convidando o leitor a um percurso que vai do íntimo ao coletivo. Há uma atenção clara à linguagem cuidadosa e ao ritmo que mescla o poético com o informativo, em obras que dialogam com temas como ciência, política, cultura e identidade.
