
Título: O Manifesto Comunista
Autor: Karl Marx, Friedrich Engels
Sinopse: Escrito em 1848, o Manifesto só passou a circular amplamente nos anos seguintes, tornando-se leitura obrigatória para os militantes de esquerda no mundo todo. Numa Europa marcada pela eclosão de movimentos operários, era preciso unificar as ideias comunistas e produzir um documento que servisse de guia de ação aos trabalhadores. Dois jovens de origens diversas se juntaram para produzir o documento: Karl Marx, alemão de classe média exilado na Inglaterra, e Friedrich Engels, filho da burguesia industrial inglesa. Pela linguagem direta e pelo caráter de síntese de ideias, o Manifesto comunista teve função determinante na formação de lideranças nas revoluções que eclodiram no século XX, como na Rússia, na China e em Cuba. Embora alguns digam que os postulados do Manifesto não encontram lugar no mundo de hoje, o texto continua a ser lido e a inspirar a análise da nossa realidade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Manifesto Comunista”, de Karl Marx, Friedrich Engels, publicado pela editora Zahar, em 2014 e com 49 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Zahar
Páginas: 49
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Zahar costumam oferecer uma experiência de leitura que combina rigor acadêmico com uma linguagem acessível, mesmo em temas complexos como filosofia, psicanálise e história. O catálogo revela uma predileção por obras que exploram o pensamento crítico e reflexivo, abordando desde biografias detalhadas e ensaios filosóficos até análises sociais e culturais. A narrativa frequentemente se apoia em investigações profundas, com ritmo que varia entre o didático e o contemplativo, convidando o leitor a um mergulho atento e prolongado em temas que vão da modernidade líquida às raízes do pensamento social. A diversidade do material indica que há tanto textos mais densos e conceituais quanto obras que privilegiam a clareza e a objetividade, sem perder a complexidade dos assuntos tratados.
