
Título: O Ódio a Si Mesmo: Aprender a gostar de si próprio
Autor: Alain de Botton
Sinopse: Um guia para a cura emocional e para vivermos uma vida de maior autoaceitação, aprendendo a amarmo-nos a nós próprios. Subjacente a muitos dos nossos problemas está um fator muitas vezes ignorado: não gostamos muito de nós próprios. Sofremos de ódio a nós mesmos. Dizemo-nos as coisas mais terríveis. Por causa do ódio a nós mesmos tendemos a negligenciar o nosso potencial no trabalho, a enredarmo-nos em relacionamentos frustrantes, a sermos inseguros na nossa vida social e a sofrer de ansiedade e desespero. Este é um livro que – com imensa compaixão – investiga o fenómeno do ódio a si mesmo. Questiona de onde vem esse sentimento, o que nos impele a fazer, e de como poderemos ultrapassá-lo sem problemas. O tom é ao mesmo tempo esperançoso e realista. Provavelmente passámos demasiado tempo das nossas vidas a odiarmo-nos a nós mesmos e a criticar tudo o que dizemos, fazemos ou sentimos – sem sequer termos consciência disso. É tempo de ultrapassarmos o masoquismo e avançarmos para o relacionamento de maior condescendência e aceitação para connosco próprios que deveríamos ter tido desde sempre.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O Ódio a Si Mesmo: Aprender a gostar de si próprio”, de Alain de Botton, publicado pela editora Dom Quixote, em 2023 e com 148 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Dom Quixote
Páginas: 148
Ano: 2023
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 9722077449
ISBN13: 9789722077446
Sobre a editora
Os livros da editora Dom Quixote costumam oferecer uma experiência de leitura que mescla densidade histórica e humana, frequentemente explorando os efeitos do passado sobre a vida individual e coletiva. O catálogo apresenta narrativas que transitam entre o íntimo e o político, com personagens que enfrentam dilemas morais, memórias dolorosas e transformações sociais, seja em contextos de guerra, regimes autoritários ou mudanças culturais profundas. O tom varia do contemplativo ao tenso, com histórias que vão do romance histórico ao thriller, passando por relatos de sobrevivência e ficção especulativa. A linguagem tende a ser elaborada, convidando o leitor a uma reflexão cuidadosa, e o ritmo pode oscilar entre o meditativo e o urgente, conforme o tema.
