
Título: O que fica nas entrelinhas da vida
Autor: Erivalda Ximenes
Sinopse: E olha eu aqui novamente, pela quarta vez, escrevendo uma apresentação. Este é um livro composto de textos e poemas que contêm a realidade do dia a dia, dos acontecimentos da vida e de tudo que nos cerca, tantos os momentos tristes como os alegres e tudo que faz parte da nossa vida. Nele eu escrevi coisas do viver exatamente como são e como vejo, sempre esperando um final feliz. Chama-se: “O que fica nas entrelinhas da vida”, porque sempre fica algo do que falamos por vários motivos, ou porque precisamos omitir, por esquecimento, ou simplesmente porque não deu tempo de se dizer tudo. O certo é que sempre fica alguma coisa. E se fôssemos em busca do que ficou? Do que poderíamos falar, escrever, pensar e dizer? No livro “O que fica nas entrelinhas da vida” escrevi textos com relatos familiares importantes passados na vida, como também há as poesias daquilo que o coração sente e que se transformam em belos poemas. DOI: https://doi.org/10.35260/54210171-2022
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O que fica nas entrelinhas da vida”, de Erivalda Ximenes, publicado pela editora SertãoCult, em 2022 e com 106 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: SertãoCult
Páginas: 106
Ano: 2022
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 6554210172
ISBN13: 9786554210171
Sobre a editora
Os livros da editora SertãoCult convidam o leitor a um mergulho em temas que transitam entre o urbano e o regional, com forte presença de perspectivas acadêmicas e culturais brasileiras. A experiência de leitura revela um interesse por narrativas que exploram a complexidade das cidades, como fragmentos múltiplos e contraditórios, e pela valorização de saberes ligados à memória, história e educação, especialmente em contextos locais e populares. O catálogo sugere um diálogo entre textos mais densos, com linguagem crítica e reflexiva, e obras que apresentam uma abordagem mais acessível e didática, como propostas para ensino e divulgação científica. O ritmo das obras varia do ensaio acadêmico à poesia de denúncia, passando por relatos de trajetórias pessoais e coletivas, que enfatizam a interdisciplinaridade e a escuta atenta das vozes marginalizadas.
