
Título: O retrato, a chave e a imaginação
Autor: J. J. Alves
Sinopse: O que faria se a única família que lhe restasse fosse retirada de você? Adriana Katú, uma jovem cheia de coragem que vai a busca do irmão, Alex Katú. Para tanto, Adriana terá nas mãos itens que serão fundamentais para o reencontro. Em suas mãos despoja um mapa indicando onde Alex encontra-se. Um retrato de família que mantém a ligação entre eles, uma chave que abrirá qualquer porta ou esconderijo e a imaginação; item fundamental nesta aventura. No caminho a pequena Adriana fará amigos, dentre eles, o pequeno beija-flor chamado de Del e o cachorro mágico chamado Abreu. Juntos, terão que enfrentar a fúria da Patroa, uma diretora de orfanato que tem sobre seu comando o temível Bicho- Papão. A jovem terá aliados, o Curupira louco chamado Lira e a mafiosa Matinta Pereira serão decisivos para o reencontro do irmão. Do mundo de Iaça, chegaram guerreiros indígenas que lutarão lado a lado com Adriana Katú, dentre eles, o astuto Cabelo de Velha com sua pontaria precisa. Acompanhe a trilha de aventuras realizada pela corajosa Adriana Katú. Veja os cenários e imagine-se com o grupo enfrentando seres poderosos e estranhas criaturas. Mergulhe ainda mais nas Crônicas de Iaça: O mundo além do olho d´água com a bisavó de Eduardo Katú na Cidade do Pará.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O retrato, a chave e a imaginação”, de J. J. Alves, publicado pela editora Cromos, em 2011 e com 129 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Cromos
Páginas: 129
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8590997219
ISBN13: 9788590997214
Sobre a editora
Os livros da editora Cromos costumam explorar territórios poéticos e narrativas que misturam raízes culturais com uma forte presença regional, especialmente do Pará e da Amazônia. A leitura aqui é marcada por uma linguagem que pode ir do experimental ao lírico, com temas que atravessam desde o cotidiano das cidades brasileiras até paisagens distantes como o Tibete e o Saara. O tom das obras varia entre o contemplativo e o envolvente, muitas vezes com uma dimensão social ou histórica que convida o leitor a refletir sobre o passado e o presente. O catálogo revela uma atenção especial à literatura infantojuvenil, à poesia e à valorização de vozes locais, com um ritmo que pode ser tanto meditativo quanto narrativo.
