
Título: O time que nunca seria campeão
Autor: Alex Sabino
Sinopse: 13 de maio de 2001 A sete segundos de ir à final do Campeonato Paulista, o Santos leva um gol de Ricardinho, perde para o Corinthians e continua mergulhado no jejum de títulos. 15 de dezembro de 2002 Sem planejamento, sem dinheiro e com um time de garotos, o Santos vence o Brasileiro e é campeão pela primeira vez depois de 18 anos. Em 19 meses, o santista passou por todas as sensações que o esporte pode proporcionar. A esperança, a tristeza avassaladora, a desilusão, a descrença e uma das mais improváveis redenções da história do futebol brasileiro. Em "O time que nunca seria campeão", Alex Sabino conta os bastidores de como o Santos saiu de uma eliminação traumática e, quando ninguém acreditava, chegou ao título nacional. Tudo isso na visão do jornalista que acompanhou o dia a dia daquela equipe e dos jogadores. Em pouco mais de um ano e meio o futebol foi, como tantas vezes acontece, a metáfora da vida.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “O time que nunca seria campeão”, de Alex Sabino, publicado pela editora Publicação independente, em 2017 e com 260 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Publicação independente
Páginas: 260
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Publicação independente apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o romance emocional, a fantasia política e a ficção histórica, sempre com personagens que enfrentam dilemas profundos e conflitos pessoais. O catálogo sugere uma preferência por histórias que exploram relações humanas complexas, como amores que desafiam o tempo ou reencontros marcados por perdão e segredos. Além disso, há obras que mesclam elementos fantásticos e filosóficos, criando atmosferas que convidam à reflexão sobre destino e identidade. A linguagem tende a ser acessível, com ritmo que varia entre o envolvente e o contemplativo, atendendo a leitores que buscam tanto entretenimento quanto questionamentos mais densos.
