
Título: Olhar Paris Leonardo (org.) TonusNos Editora
Autor: Vários Autores
Sinopse: Uma cartografia íntima da cidade, desenhada nas palavras de 21 autores, e nos traços de Guazzelli, Olhar Paris é uma declaração de amor à cidade-luz. O livro traz uma reunião de contos, crônicas, testemunhos, trechos de romance, fragmentos de diário e poemas que contam Paris, essa cidade que ocupa dentro do imaginário coletivo um lugar à parte. A cada cruzamento, a cada rua ou a cada sombra de um lampadário, a cidade-luz respira o fôlego dos seus músicos, pintores, cineastas, escultores e escritores. A cada página, Flaubert, Proust, Hemingway, Miller, Beauvoir, Barthes, Baudelaire e tantos outros mostram aqui e ali suas silhuetas, entremeados no lusco-fusco pela moça do metrô, o rapaz dentro do trem, o músico de jazz na calçada. Olhar Paris é uma experiência mais que literária, polissensorial.
Contexto da obra
Na crítica literária, livros como este costumam ampliar a leitura de autores, obras e tradições. “Olhar Paris Leonardo (org.) TonusNos Editora”, de Vários Autores, publicado pela editora Editora Nós, em 2021 e com 184 páginas, integra a categoria Livros de Crítica Literária. Na prática, isso ajuda a situar o livro como apoio valioso para quem quer ler obras e autores com mais contexto.
Editora: Editora Nós
Páginas: 184
Ano: 2021
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8569020090
ISBN13: 9788569020097
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,270
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,50
Sobre a editora
Os livros da editora Editora Nós convidam o leitor a um mergulho em universos literários que transitam entre o coloquial e o experimental, o íntimo e o social. A oralidade periférica, a poesia que dialoga com o concreto e o manifesto, e narrativas que exploram a subjetividade em múltiplas vozes são marcas recorrentes. O catálogo revela uma atenção especial a temas como a resistência cultural, o feminismo crítico, e a complexidade das relações humanas em contextos contemporâneos, muitas vezes tensionados por violência, exclusão ou memória. A escrita varia do tom visceral e urgente ao lírico e sensorial, com ritmo que pode ser tanto vertiginoso quanto meditativo, dependendo da obra. Em alguns casos, há uma aposta clara na experimentação formal, seja pela fragmentação narrativa ou pelo uso de grafismos e diálogos internos.
