
Título: Origens E Fins. Ensaios
Autor: Otto Maria Carpeaux
Sinopse: Publicado originalmente em 1943, Origens e Fins compõe-se de ensaios do mais alto valor estético e cultural. Nas quatro seções que dividem o livro, Carpeaux trata dos então novos métodos de crítica de poesia e os aplica a Góngora e Hölderlin, Lorca e Mallarmé; faz justiça e desfaz injustiças a Pirandello e Alfieri; Mauriac e Defoe. Vê na desolada Europa da Guerra as origens e os fins de nossa civilização e encontra-os nas fortificações militares, nas estátuas equestres, no Leviatã e no subconsciente; para na última seção, olhando para nossas letras, encontrar no Novo Mundo as sementes do Velho, ao analisar as obras de um Drummond e de um Graciliano, de um Portinari e de um Álvaro Lins. Um dos cumes não só da obra de Carpeaux, mas toda a nossa ensaística, Origens e Fins é leitura necessária para o reerguimento de nossa cultura.
Contexto da obra
Em coleções literárias, um livro como este costuma ganhar também um sentido editorial mais amplo. “Origens E Fins. Ensaios”, de Otto Maria Carpeaux, publicado pela editora Danúbio, em 2018 e com 404 páginas, integra a categoria Livros de Coleções Literárias. Por isso, o leitor pode ganhar outra perspectiva quando observa não só o texto, mas também a coleção que o abriga.
Editora: Danúbio
Páginas: 404
Ano: 2018
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8567801168
ISBN13: 9788567801162
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,613
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 2,20
Sobre a editora
Os livros da editora Danúbio apresentam uma leitura que transita entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram famílias e suas tensões em contextos históricos brasileiros, como o litoral catarinense dos anos 1990 ou o Rio de Janeiro dos anos 1920. O catálogo inclui obras que mesclam romance de formação, regionalismo e estudos culturais, além de ensaios filosóficos e políticos que questionam valores e ideologias contemporâneas. O tom varia do melancólico ao leve e humorístico, com ritmo que ora privilegia o detalhamento psicológico, ora a crítica social direta. A diversidade editorial sugere um equilíbrio entre narrativas mais narrativas e outras de caráter mais informativo ou ensaístico, atendendo a leitores interessados em reflexões sobre sociedade, história e estética.
