
Título: Os jovens e a rua: trajetórias dos sem-lugar
Autor: Anelise Gregis Estivalet
Sinopse: Pesquisar acerca de meninos/as que vivem nas ruas do Brasil não é uma tarefa fácil. Ao contrário, é uma proposta que trilha caminhos tortuosos e difíceis. Primeiro, porque pesquisamos sobre crianças e jovens que experimentam o abandono e a sobrevivência nas ruas. Segundo, porque uma criança ou um jovem é levado pelos contextos social e familiar a ter esse tipo de vida. Ir para a rua torna-se a última alternativa, constituindo, antes de tudo, um ato de coragem. A rua constitui-se em um espaço possível, uma estratégia de sobrevivência. Trazer à tona o discurso dos jovens em situação de rua em nossa sociedade, ou seja, dos sem-lugar, é, primeiramente, um ato libertador. Portanto, é uma forma de tentar libertar aqueles que frequentemente estão em uma situação de invisibilidade.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os jovens e a rua: trajetórias dos sem-lugar”, de Anelise Gregis Estivalet, publicado pela editora Appris, em 2014 e com 126 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Appris
Páginas: 126
Ano: 2014
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8581924972
ISBN13: 9788581924977
Sobre a editora
Os livros da editora APPRIS convidam a uma leitura que combina rigor acadêmico com um olhar atento às questões sociais, culturais e ambientais contemporâneas. A experiência de leitura frequentemente traz análises detalhadas sobre temas como educação especial, sustentabilidade, direitos indígenas e história social, sempre com um tom reflexivo e fundamentado em pesquisas sólidas. O catálogo reúne obras que transitam entre abordagens teóricas e relatos de campo, muitas vezes em contextos brasileiros ou latino-americanos, oferecendo ao leitor um contato direto com debates atuais e complexos. Em meio a esse cenário, há textos que exploram desde a filosofia e a psicanálise até a museologia e a comunicação, revelando uma diversidade que se equilibra entre o mais narrativo e o mais analítico.
