
Título: Os meninos da rua Paulo
Autor: Ferenc Molnár
Sinopse: Todas as tardes, depois da escola, a Sociedade do Betume se reúne no grund para jogar pela. É lá também que Boka, Csele, Csónakos, Kende, Kolnay, Weiss, Geréb e Nemecsek se dividem entre as funções de capitão, tenente, alferes e soldado raso para manter a ordem e protegem o lugar: as pilhas de lenha que compõem o forte devem estar sempre suficientemente altas, a porta devidamente fechada, a bandeira vermelha e verde hasteada no ponto mais elevado. Apesar das ameaças constantes, tudo parece caminhar bem - até que os camisas-vermelhas, liderados pelo temido Chico Áts, decidem invadir o terreno. Assim tem início a grande disputa tão conhecida por leitores de todo o mundo, em que, mais do que o comando do grund, o que está em jogo é a posse de um território onde a liberdade e a imaginação prevalecem sobre as imposições da vida adulta. É por isso que os meninos da rua Paulo vão defendê-lo a qualquer custo, empreendendo uma missão de amizade, cumplicidade e heroísmo.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os meninos da rua Paulo”, de Ferenc Molnár, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2017 e com 272 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 272
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 8535928464
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
