
Título: Os Verdadeiros Gigantes
Autor: Charles William Krüger
Sinopse: Rodan é um anão, uma raça forjada pelas cicatrizes das guerras do passado. A sombra de uma nova ameaça surge, prometendo trazer uma era de terror e desespero para o reino de Darakar, mas Rodan não se importa. Ele tem uma missão. Guiado pelas aparições em sonho de seu falecido pai, ele inicia uma jornada rumo a uma vingança improvável. Sem entendê-lo, seus amigos Garren e Drunnan partem tentando impedi-lo. Ironicamente, os destinos de Rodan e do seu povo são interligados por uma força sobrenatural, obrigando os anões a mostrarem sua coragem contra hordas de orcs e gigantes. Quando a ameaça se mostrar mais poderosa do que se imaginava, o povo anão mostrará onde reside a verdadeira força. Mostrará quem são os mais valentes. Mostrará quem são os Verdadeiros Gigantes.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Os Verdadeiros Gigantes”, de Charles William Krüger, publicado pela editora Catavento, em 2015 e com 152 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Catavento
Páginas: 152
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: português
ISBN: 8566725557
ISBN13: 9788566725551
Sobre a editora
Os livros da editora Catavento convidam o leitor a explorar temas que transitam entre o comportamento humano, a espiritualidade e o cotidiano contemporâneo, com narrativas que ora se mostram reflexivas, ora mais acessíveis e didáticas. As obras frequentemente trazem personagens ou situações que estimulam o autoconhecimento, a compreensão social e a valorização cultural, como no caso de histórias infantis que destacam a diversidade regional brasileira ou relatos que abordam desafios pessoais e profissionais. O tom varia entre o analítico e o sensível, com textos que podem apresentar ritmo mais cadenciado e contemplativo, ou uma linguagem simples e direta, adequada para públicos variados. O catálogo da Catavento revela, assim, uma pluralidade de enfoques, que vão do ensaio à ficção, sempre com atenção às nuances humanas e sociais.
