
Título: Paddy Clarke Ha Ha Ha
Autor: Roddy Doyle
Sinopse: Winner of the Booker Prize – Roddy Doyle’s witty, exuberant novel about a young boy trying to make sense of his changing world It is 1968. Patrick Clarke is ten. He loves Geronimo, the Three Stooges, and the smell of his hot water bottle. He can't stand his little brother Sinbad. His best friend is Kevin, and their names are all over Barrytown, written with sticks in wet cement. They play football, lepers, and jumping to the bottom of the sea. But why didn't anyone help him when Charles Leavy had been going to kill him? Why do his ma and da argue so much, but act like everything is fine? Paddy sees everything, but he understands less and less. Hilarious and poignant, Paddy Clarke Ha Ha Ha charts the triumphs, indignities, and bewilderment of a young boy and his world, a place full of warmth, cruelty, confusion and love.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Paddy Clarke Ha Ha Ha”, de Roddy Doyle, publicado pela editora Penguin Books, em 1995 e com 288 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Penguin Books
Páginas: 288
Ano: 1995
Edição: 4th
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9780140233902
ISBN13: 9780140233902
Sobre a editora
Os livros da editora Penguin Books apresentam uma experiência de leitura que mescla narrativas históricas e biográficas com ficções densas e envolventes, transitando entre realismo social e imaginação literária. O catálogo traz obras que exploram desde investigações jornalísticas detalhadas até relatos de viagens e estudos culturais, com uma linguagem que varia do rigor acadêmico a tons mais acessíveis e líricos. Há uma presença marcante de temas como conflitos pessoais, transformações sociais e questões éticas, frequentemente ambientados em contextos históricos ou geográficos ricos, como Londres vitoriana, África colonial e cidades contemporâneas. O ritmo dos textos pode ser tanto reflexivo e contemplativo quanto tenso e acelerado, dependendo do enfoque narrativo.
