
Título: PADRE ANTÔNIO VIEIRA: retórica e utopia
Autor: Padre António Vieira
Sinopse: "Valmir Muraro oferece-nos neste livro um estudo sólido, no qual apresenta uma pertinente interpretação do Quinto Império sonhado pelo maior pregador do barroco luso-brasileiro. Estamos diante de uma obra imprescindível para o aprofundamento da dimen são, originalidade e significado do profetismo vieiriano. Afinal, os fios que tecem o pensamento utópico do Imperador da Língua Portuguesa (segundo a classificação de Fenando Pessoa) perpassam e unificam toda a obra de António Vieira e são fundamenta is para compreendê-la na sua totalidade significante. A beleza e a importância da utopia universalista de Vieira, tantas vezes depreciada, é aqui devidamente valorizada, estudada com rigor e interpretada como pedra angular para compreender todo o pen sa-mento e intervenção político-religiosa deste brilhante e multifacetado jesuíta."
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “PADRE ANTÔNIO VIEIRA: retórica e utopia”, de Padre António Vieira, publicado pela editora Insular, em 2003 e com 344 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Insular
Páginas: 344
Ano: 2003
Edição: 1
Linguagem: português
ISBN: 8574741701
ISBN13: 9788574741703
Sobre a editora
Os livros da editora Insular convidam o leitor a uma imersão que varia do rigor acadêmico à narrativa ficcional, com um foco recorrente em temas sociais, educacionais e culturais. A experiência de leitura pode ser densa e reflexiva, marcada por abordagens que vão desde análises detalhadas do cotidiano universitário até relatos que exploram emoções humanas profundas e conflitos pessoais. O catálogo sugere uma preferência por obras que dialogam com a realidade brasileira, seja por meio da sociologia, da educação, do jornalismo ou da literatura regional, muitas vezes com um tom crítico e investigativo. Há uma alternância entre textos mais informativos, como estudos sobre políticas públicas e direitos humanos, e narrativas que exploram a complexidade das relações humanas, com ritmo que ora é contemplativo, ora intenso e envolvente.
