
Título: Para Entender Uma Fotografia
Autor: Berger John
Sinopse: Para John Berger — assim como para Walter Benjamin, Susan Sontag e Roland Barthes —, a fotografia era uma área de interesse especial, mas não uma especialidade. Eles a abordaram não com a autoridade de curadores ou de historiadores, mas como ensaístas. Para entender uma fotografia reúne 24 ensaios de Berger, organizados cronologicamente e escritos ao longo de mais de quarenta anos. O autor se vale de literatura, filosofia, psicanálise e metafísica para tratar de fotógrafos como Henri Cartier-Bresson, André Kertész e Sebastião Salgado. Berger também se dedica a refletir sobre o lugar da fotografia entre as belas-artes, reler criticamente a obra de Sontag ou enfrentar o dilema que ronda a veiculação de imagens de violência. Para entender uma fotografia foi organizado por Geoff Dyer, também autor de uma introdução em que explica: “À medida que Berger examina fotografias e delas extrai histórias ? tanto as que revela como as que ficam ocultas ?, o papel de crítico e questionador de imagens dá lugar à vocação e ao abraço do contador de histórias”.
Contexto da obra
Na Fotografia, obras como esta costumam interessar tanto pela imagem quanto pelo olhar que organizam sobre ela. “Para Entender Uma Fotografia”, de Berger John, publicado pela editora Companhia das Letras, em 2017 e com 264 páginas, integra a categoria Livros de Fotografia. Por isso, o interesse do livro pode crescer quando o leitor observa também a forma como as imagens organizam sentido.
Editora: Companhia das Letras
Páginas: 264
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8535929347
ISBN13: 9788535929348
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,230
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,10
Sobre a editora
Os livros da editora Companhia Das Letras oferecem uma experiência de leitura que varia entre o íntimo e o social, com narrativas que exploram conflitos familiares, questões históricas e políticas, além de temas contemporâneos como violência e memória. O catálogo privilegia obras que mesclam profundidade psicológica e crítica social, apresentando personagens complexos e ambientes que vão do Brasil urbano à paisagem natural, passando por contextos históricos e culturais diversos. Há um equilíbrio entre textos mais narrativos, como romances e contos, e obras informativas ou ensaísticas que dialogam com a história, política e ciências sociais. O tom pode ser tanto reflexivo e melancólico quanto ágil e envolvente, com ritmo que ora convida à contemplação, ora mantém a tensão do suspense.
