
Título: ¿Para qué sirve un cuñao?
Autor: Sergio Fernández «El Monaguillo», Arturo González-Campos
Sinopse: ¿Para qué sirve un «cuñao»? ¿Por qué tengo que querer a mis primos? ¿Por qué las abuelas siempre dicen: «Ponte una rebequita», aunque estemos en agosto? ¿Por qué, después del parto, la madre pierde tripa y el padre la echa? ¿Por qué para elegir a tu familia política no hay listas abiertas? ¿Quién le ha dicho a tu tío Miguel que lo que más ilusión le hace a un niño de 12 años de regalo de comunión es un reloj de oro que lo que te pide es hacerte rapero? ¿De dónde sacan las madres la frase: «Si no fuera por mí, os comía la mierda»? ¿Si te dicen que el día de tu boda es el más feliz de tu vida es porque a partir de ahí ya es todo bajada? ¡Cómpralo! Y si no te gusta... siempre puedes regalárselo a tu cuñao. «Puedes elegir este libro... Pero no puedes elegir a tu familia»
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “¿Para qué sirve un cuñao?”, de Sergio Fernández «El Monaguillo», Arturo González-Campos, publicado pela editora Espasa, em 2011 e com 152 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Espasa
Páginas: 152
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN: 9788467037104
ISBN13: 9788467037104
Sobre a editora
Os livros da editora Espasa apresentam uma leitura que transita entre o rigor histórico e a narrativa ficcional, com um tom que ora é intimista e poético, ora investigativo e direto. O catálogo reúne desde romances que exploram conflitos familiares profundos e dilemas pessoais, até obras de não-ficção que investigam episódios históricos complexos e temas contemporâneos como a influência cultural e social. A diversidade de temas inclui desde histórias ambientadas em diferentes épocas e lugares — como o Japão do século XVIII ou a Guerra Civil Espanhola — até reflexões sobre a vida cotidiana e a dinâmica familiar, sempre com uma linguagem acessível e envolvente. Em muitos títulos, a tensão dramática se constrói a partir de relações humanas marcadas pela incomunicabilidade, mistério ou busca de identidade.
