
Título: Passaporte para o futuro
Sinopse: Há um país desconhecido - e misterioso - para o qual todos nos encaminhamos: O amanhã. Nós nos encontramos em um navio que, a cada girar de hélice, nos aproxima um pouco mais desse país, enquanto o tempo se escoa ao nosso redor. Para todos os países é exigido um passaporte e para muitos, um visto. Para o futuro, entretanto, não se impõe nenhuma formalidade. O caminho é fácil. Pode-se chegar ao futuro apenas adormecendo. Mas que será o despertar no desconhecido? Já se foi o tempo em que o amanhã era um simples prosseguimento das fáceis e cálidas planícies de hoje. O amanhã é um país imprevisível, de relevo acidentado, de precipícios sombrios, mas também, de píncaros exaltantes. Será preciso decisão e resistência para aí caminhar, inteligência e saber. Dar uma ajuda, oferecer um vocabulário elementar, propor um mapa esquemático, fornecer um passaporte, são os objetivos deste livro.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Passaporte para o futuro”, de Jacques Bergier Jacques Bergier (8 de agosto de 1912 em Odesa, Império Russo - 23 de novembro de 1978 em Paris, França) foi uma engenheiro químico, alquimista, espião, jornalista e escritor francês. É autor de obras como A volta dos bruxos, Guerra Secreta baixo os Oceanos, Extrate..., publicado pela editora Hemus, em 1975 e com 216 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Hemus
Páginas: 216
Ano: 1975
Edição:
Linguagem: português
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Sobre a editora
Os livros da editora Hemus apresentam uma leitura que transita entre o técnico e o narrativo, com títulos que exploram desde a história antiga e civilizações pré-colombianas até manuais detalhados de engenharia e mecânica. O catálogo revela um interesse por temas que exigem rigor e detalhamento, como projetos arquitetônicos, diagnósticos automotivos e processos industriais, mas também inclui obras que convidam à reflexão filosófica e à aventura literária. O ritmo das narrativas pode variar bastante, indo de textos densos e descritivos a abordagens mais diretas e didáticas, sempre com um foco claro na transmissão de conhecimento ou na reconstrução crítica de contextos históricos e culturais. Em meio a essa diversidade, a Hemus parece privilegiar leitores que buscam aprofundamento, seja em áreas técnicas ou em temas de história e cultura, com uma linguagem que valoriza a precisão e o conteúdo substancial.
