
Título: Peixe-elétrico Bob Dylan: Edição especial
Autor: Bob Dylan
Sinopse: Em sua primeira edição especial, a revista Peixe-elétrico selecionou ensaios que discutem sob diversos ângulos o campo cultural a partir da obra do Prêmio Nobel de Literatura de 2016, Bob Dylan. O britânico PERRY ANDERSON analisa em ensaio polêmico as origens e os limites das revoluções embaladas pelo rock and roll. Sem abrir mão do rigor marxista, Anderson explica porque Rolling Stones, sim e Beatles, não; Beach Boys, sim e Bob Dylan, não. O crítico literário ALCIR PÉCORA resenha o livro de memórias de Dylan, Crônicas, e encontra uma nobre linhagem para o autor. Também da área da crítica literária, WALNICE NOGUEIRA GALVÃO apresenta os motivos pelos quais a premiação de Dylan para o Nobel de Literatura não faz nenhum sentido. Os conflitos entre cultura engajada e cultura pop atravessam todo o ensaio. RICARDO LÍSIAS, editor da Peixe-elétrico, resenha a única ficção de Bob Dylan, o livro Tarântula, que chega ao Brasil em nova tradução
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Peixe-elétrico Bob Dylan: Edição especial”, de Bob Dylan, publicado pela editora e-galáxia, em 2017 e com 67 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: e-galáxia
Páginas: 67
Ano: 2017
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora E-Galáxia costumam explorar narrativas que transitam entre o conto, o ensaio e o humor gráfico, criando uma experiência de leitura marcada pela diversidade de vozes e estilos. O catálogo apresenta obras que vão do relato íntimo e sensível, como crônicas pessoais e histórias de paternidade, até contos densos e provocativos que abordam temas como culpa, violência urbana e dilemas éticos. Em alguns títulos, o ritmo é mais acelerado, com tensão crescente, enquanto em outros predomina um tom mais reflexivo e pausado, quase meditativo. Essa variedade sugere um interesse editorial em textos que desafiam o leitor a navegar entre o cotidiano e o extraordinário, entre o realismo cru e o humor sutil.
