
Título: Pendulo do Relogio e Outras Historias de Pau-d«arco, O
Autor: Charles Kiefer
Sinopse: O selo Amarilys reúne em uma caprichada nova edição três novelas marcantes do gaúcho Charles Kiefer. Em A traíra, uma típica pescaria em família revela um fechado microcosmo: masculino, melancólico e incompreendido. O poncho, uma narrativa no interior de outra, traz um acerto de contas com o amor e o passado. Já a principal história do volume, O pêndulo do relógio, novela de grande sucesso que rendeu ao autor um prêmio Jabuti, retrata a angústia de um camponês perante uma vida outrora mais simples, os desafios de um presente veloz incessante e, por fim, um sistema opressivo com o qual não sabe lidar. O tempo não para em Pau-d`Arco...
Contexto da obra
Na ficção, o interesse por um livro costuma começar na história, mas não termina nela. “Pendulo do Relogio e Outras Historias de Pau-d«arco, O”, de Charles Kiefer, publicado pela editora Amarilys Editora, em 2009 e com 122 páginas, integra a categoria Livros de Ficção. Por isso, o livro tende a ganhar mais presença quando o leitor observa também como a história é contada.
Editora: Amarilys Editora
Páginas: 122
Ano: 2009
Edição: Literatura Brasileira
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520429599
ISBN13: 9788520429594
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,200
- Altura (cm): 14,00
- Largura (cm): 21,00
- Espessura (cm): 0,80
Sobre a editora
Os livros da editora Amarilys Editora apresentam uma variedade de narrativas que transitam entre o humor e a reflexão, com histórias que exploram desde dilemas infantis, como a compreensão da mentira, até tramas mais densas envolvendo conflitos familiares e políticos. O catálogo sugere uma atenção especial a personagens complexos, que enfrentam desafios internos e externos em cenários que vão de pequenas cidades a grandes metrópoles, incluindo ambientes exóticos e culturais diversos. A linguagem varia do acessível e bem-humorado, especialmente em obras para o público infantil, a textos mais densos e tensos, como thrillers e dramas históricos, oferecendo ritmos que podem ser tanto ágeis quanto contemplativos. Há também espaço para narrativas que misturam fantasia e realidade, além de obras que valorizam a dimensão emocional e social dos personagens.
