
Título: Pensar o Contemporaneo
Autor: Fernando Lu’s SchŸler
Sinopse: “Pensar o contemporâneo”, terceiro volume da Série Fronteiras do Pensamento, pretende contribuir para uma reflexão aberta, variada e bem informada sobre alguns dos temas mais urgentes e instigantes deste começo de século 21: das revoluções morais à dinâmica dos movimentos sociais em rede, do papel da religião no mundo de hoje às transformações e desafios que a internet nos apresenta. Trata-se de um debate necessariamente multidisciplinar, por isso tamanha diversidade entre os autores. Entre os conferencistas, estão o teórico cultural ganês Kwame Anthony Appiah, o sociólogo espanhol Manuel Castells, o historiador italiano Carlo Guinzburg, o filósofo francês Luc Ferry e o jornalista britânico Christopher Hitchens. A discussão é enriquecida pelo depoimento da ativista liberiana Leymah Gbowee, vencedora do Prêmio Nobel da Paz, e ainda pela entrevista inéditas do filósofo francês Michel Onfray
Contexto da obra
Nas Ciências Sociais, obras como esta costumam interessar pela forma como ampliam a leitura da sociedade. “Pensar o Contemporaneo”, de Fernando Lu’s SchŸler, publicado pela editora Arquipélago Editorial, em 2013 e com 208 páginas, integra a categoria Livros de Ciências Sociais. Por isso, o livro tende a ganhar força quando lido também como ferramenta de compreensão do mundo social.
Editora: Arquipélago Editorial
Páginas: 208
Ano: 2013
Edição: Cincias Humanas e Sociais
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 856017155X
ISBN13: 9788560171552
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,381
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,60
Sobre a editora
Os livros da editora Arquipélago Editorial convidam o leitor a navegar por temas que misturam reflexão profunda e narrativas de vida, com um olhar atento à linguagem e à experiência humana. O catálogo traz obras que exploram desde o cotidiano das cidades e das relações pessoais até debates contemporâneos sobre sociedade, direito e empreendedorismo consciente. A leitura costuma alternar entre o tom jornalístico, ensaístico e o da crônica leve, com textos que ora provocam o pensamento, ora oferecem humor sutil. Há um interesse evidente por trajetórias individuais e coletivas que se desdobram em contextos históricos, sociais e culturais, sempre com uma linguagem acessível, porém cuidadosa.
