
Título: Pochê. A Tartaruga que Viveu a Vida
Autor: Florence Seyvos
Sinopse: Pochê é uma jovem tartaruga que sai de casa para viver sua vida. Um dia seu amigo Polegar morre e ela fica muito triste. Escreve cartas para ele, pensa nele o tempo todo. Outro dia, um caracol bate à sua porta. Pochê não está com muita vontade de receber visitas, mesmo assim ela abre. Outro dia ainda ela resolve viajar. Anda muito, tem muitos encontros e acha uma casa nova para morar. E muitos dias depois, já avó, Pochê conta a história de sua vida para as netas. Enriquecido por suaves ilustrações a bico de pena, este livro repassa com emoção e humor os momentos cruciais da vida de uma tartaruga, que poderia muito bem ser a vida de qualquer um de nós.
Contexto da obra
Na ficção infantil, livros como este costumam ter um papel importante na aproximação da criança com a leitura. “Pochê. A Tartaruga que Viveu a Vida”, de Florence Seyvos, publicado pela editora WMF Martins Fontes, em 2011 e com 64 páginas, integra a categoria Livros de Ficção Infantil. Por isso, o valor do livro costuma aparecer tanto na história quanto no vínculo de leitura que ele ajuda a criar.
Editora: WMF Martins Fontes
Páginas: 64
Ano: 2011
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8578274032
ISBN13: 9788578274030
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,100
- Altura (cm): 19,00
- Largura (cm): 12,50
- Espessura (cm): 0,50
Sobre a editora
Os livros da editora Wmf Martins Fontes oferecem uma experiência de leitura que transita entre o rigor acadêmico e a narrativa acessível, com obras que exploram desde a fantasia infantil até a filosofia e a história. O catálogo revela um interesse por temas culturais e científicos, frequentemente apresentados com linguagem clara, didática e, em alguns casos, com um toque de humor ou mistério. Há uma atenção especial a obras que dialogam com o patrimônio literário e a reflexão crítica, seja por meio de adaptações gráficas ou de textos que aprofundam questões filosóficas e sociais. O tom varia entre o informativo e o narrativo, com algumas obras de ritmo mais ágil e outras que exigem uma leitura mais contemplativa.
