
Título: Por que não te satisfaz a Vida?
Autor: Cadastro de autores
Sinopse: "... e esse vazio interior pode, em algum tempo, ser dissimulado ou preenchido? A verdade a esse respeito só pode ser conhecida se não fugimos - o que é extremamente difícil. Precisamos perceber que estamos fugindo e compreender que tôdas as fugas são semelhantes e que não há fuga “nobre”. Tôdas as fugas, desde a fuga pela embriaguez até à fuga para Deus, são iguais, porque estamos fugindo do que é, que somos nós mesmos, que é nossa pobreza interior. É só quando realmente deixamos de fugir, só quando ficamos frente a frente com o problema da solidão, da insuficiência interior, que nenhum conhecimento, nenhuma experiência pode encobrir, só então temos a possibilidade de compreendê-lo e, portanto, de dissolvê-lo. Essa solidão, essa insuficiência interior, não é problema exclusivo das pessoas que têm lazeres para observar a si mesmas; é problema de todo o mundo, do rico e do pobre, do inteligente e do bronco." Tradução de Hugo Veloso.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Por que não te satisfaz a Vida?”, de Cadastro de autores, publicado pela editora Instituição Cultural Krishnamurti, em 1950 e com 140 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Instituição Cultural Krishnamurti
Páginas: 140
Ano: 1950
Edição:
Linguagem: português
ISBN:
ISBN13:
Sobre a editora
Os livros da editora Instituição Cultural Krishnamurti apresentam uma leitura que convida à reflexão profunda sobre a mente, o sofrimento e a busca por uma compreensão além do pensamento convencional. A experiência de leitura é marcada por um tom meditativo e investigativo, onde as palestras e discursos são estruturados para provocar questionamentos sobre o "eu", o conhecimento e as causas dos conflitos internos e externos. O ritmo é contemplativo, sem pressa, com textos que não se destinam a serem consumidos como romances ou tratados sistemáticos, mas sim como convites à investigação pessoal e à transformação interior. As sinopses sugerem um foco na filosofia prática e espiritualidade, explorando temas como a mente religiosa, a liberdade do pensamento condicionado e a relação do indivíduo com o mundo.
