
Título: Porque deixei de ser cristão
Autor: Santin Guernieri Filho
Sinopse: Após quase dois mil anos de existência teria o cristianismo realmente contribuído para uma sociedade melhor? O cristianismo, de fato, defendeu uma ética e uma moral mais lapidada e aperfeiçoada do que as outras religiões rivais e oponentes? Conseguiu desenvolver um círculo de fiéis que efetivamente se tornaram melhores cidadãos e mais felizes? Seria esta a religião, baseada em mágicas e misticismo e cujo prêmio maior seria passar a eternidade no Empíreo junto ao seu Deus, o melhor caminho para uma vida bem vivida? Seria o cristianismo superior à filosofia que fundamentalmente prega ética, a moral, a felicidade e a honra do dever cumprido apenas para esta vida? Não existe nenhum motivo intelectual para crermos em qualquer religião, uma vez que teoricamente apenas uma deve ser a salvadora. Apenas o sectarismo e a fé é que nos fazem crer que somente a nossa religião escolhida é a verdadeira. Na vida real, perante a ética, a moral, a cidadania e a própria existência o que realmente vale são os nossos atos como ser humano e não em que acreditamos. E quando às leis naturais? Devemos realmente revogá-las em detrimento do misticismo que denominamos de divino? Estas são algumas perguntas que esta obra tenta desvendar.
Contexto da obra
Quando a classificação é mais ampla, o contexto do livro costuma depender ainda mais de autoria, tema e edição. “Porque deixei de ser cristão”, de Santin Guernieri Filho, publicado pela editora Kroart, em 2015 e com 124 páginas, integra a categoria Livros Variados. Por isso, autoria, edição e tema acabam tendo ainda mais peso na forma de apresentar o livro.
Editora: Kroart
Páginas: 124
Ano: 2015
Edição:
Linguagem: pt_BR
ISBN:
ISBN13: 9788546000210
Sobre a editora
Os livros da editora KroArt convidam o leitor a explorar sentimentos profundos e experiências humanas através de uma escrita que valoriza a poesia, o romance e a reflexão. O catálogo privilegia narrativas que se debruçam sobre a alma, o amor e a busca interior, com textos que transitam entre o lirismo e o relato intimista. Há também espaço para obras que questionam crenças e valores, ampliando o espectro para temas filosóficos e éticos. A diversidade de estilos vai do delicado ao provocativo, com algumas histórias voltadas para públicos jovens e outros textos que dialogam com leitores adultos em busca de emoções e pensamentos mais densos.
