
Título: Princesas Incas. A História Como Romance
Autor: Stirling Stuart
Sinopse: No dia 16 de Novembro de 1532, numa batalha na cidade inca de Cajamarca, nos Andes, em menos de uma hora e sem perder um único dos seus 160 homens, os conquistadores espanhóis chefiados por Francisco Pizarro mudaram para sempre o curso da História e estabeleceram as fundações do futuro Império espanhol na América do Sul. Tendo como ponto de partida este episódio fundador, e recorrendo a muito material de arquivo nunca publicado, o livro conta a história das mulheres da realeza inca, que subitamente se viram reduzidas à condição de amantes dos conquistadores, vindo muitas delas a sofrer um destino trágico. A par da narrativa da conquista do Império Inca vamos acompanhando o destino das suas princesas, num texto que é também um fresco da época colonial.
Contexto da obra
Na História, livros como este costumam ser lidos como forma de ampliar contexto, memória e compreensão de processos. “Princesas Incas. A História Como Romance”, de Stirling Stuart, publicado pela editora Edições 70, em 2006 e com 238 páginas, integra a categoria Livros de História. Esse contexto ajuda a tornar mais clara a proposta histórica da obra e o tipo de leitura que ela convida a fazer.
Editora: Edições 70
Páginas: 238
Ano: 2006
Edição:
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 9724412695
ISBN13: 9789724412696
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,360
- Altura (cm): 23,00
- Largura (cm): 16,00
- Espessura (cm): 1,36
Sobre a editora
Os livros da editora EDIÇOES 70 propõem uma experiência de leitura que combina rigor intelectual com acessibilidade, transitando entre ensaios filosóficos, análises históricas e reflexões éticas. O catálogo privilegia obras que exploram questões complexas como a ética aplicada, a filosofia política, e a relação entre ciência, sociedade e cultura, frequentemente apresentadas em formatos que vão do texto acadêmico ao ensaio mais didático. Há uma atenção recorrente a temas como a responsabilidade social, a evolução do pensamento humano e a interpretação crítica da história, sempre com um tom que convida à reflexão sem perder a clareza. As narrativas não são uniformes: algumas são mais densas e conceituais, enquanto outras adotam um ritmo mais fluido e acessível, aproximando-se do leitor interessado em compreender o mundo contemporâneo e suas raízes.
