
Título: Propaganda, Identidade e Discurso: Brasilidades Midiáticas
Autor: Trindade Eneus
Sinopse: A obra em pauta faz uma abordagem sobre a produção de sentido midiatizada pela publicidade televisiva brasileira, no final do século XX para o XXI. O trabalho realiza uma profunda crÃtica dos sentidos da identidade brasileira que se manifesta como estereótipos da cultura nacional, operando a crÃtica à produção discursiva midiática em contraste com obras que fazem as leituras clássicas referentes à cultura brasileira. O livro ainda traz, em épocas de crises identitárias, a vinculação da publicidade e dos sentidos de nacionalidade ao contexto cultural de consumo em que as mensagens se inserem, mostrando uma reflexão dotada de grande vitalidade entre a semiótica francesa, análise de discurso, história, psicologia social, antropologia e sociologia que colaboram nas análises para conformação deste estudo da publicidade e seus sentidos na contemporaneidade. Confira a fanpage da Editora Sulina?ref=hl
Contexto da obra
Na área de Administração, livros como este costumam se ligar a gestão, estratégia e aplicação prática. “Propaganda, Identidade e Discurso: Brasilidades Midiáticas”, de Trindade Eneus, publicado pela editora Sulina, em 2012 e com 191 páginas, integra a categoria Livros de Administração. Esse contexto costuma ser útil para situar a obra entre leituras mais conceituais e leituras mais voltadas à ação.
Editora: Sulina
Páginas: 191
Ano: 2012
Edição: Comunica‹o
Linguagem: PORTUGUES
ISBN: 8520506526
ISBN13: 9788520506523
- Encadernação: BROCHURA
- Peso (kg): 0,240
- Altura (cm): 21,00
- Largura (cm): 14,00
- Espessura (cm): 1,20
Sobre a editora
A leitura dos livros da editora SULINA revela um compromisso com obras que exploram temas acadêmicos e culturais com profundidade e rigor, sem abrir mão de acessibilidade para públicos diversos. O catálogo privilegia textos que dialogam com áreas como educação, sociologia, filosofia, comunicação e artes, apresentando reflexões que transitam entre o rigor teórico e a aplicação prática, como em análises sobre música na educação, redes de pesquisa, ou a interface entre literatura e clínica filosófica. A narrativa costuma ser densa, com ritmo que varia entre o ensaístico e o didático, e o tom, em geral, é reflexivo, crítico e aberto a múltiplas interpretações. Há obras que adotam linguagem mais experimental e outras que privilegiam a clareza para facilitar o acesso a temas complexos, indicando uma diversidade editorial que atende tanto leitores acadêmicos quanto interessados em cultura e pensamento contemporâneo.
